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Conheça o Salmo do mudo


Dom José Maria Maimone

      Este salmo é muito rico de ensinamentos e trás figuras maravilhosas para expressar o sentimento do orante. A primeira é esta do mudo. Um devoto que, como a maioria de nós, costuma falar demais e quer corrigir-se: “Fiz o seguinte propósito: Vou cuidar de não pecar por falar demais. ‘Colocarei uma mordaça na boca enquanto estiver no meio dos ímpios’. Fiquei calado como se fosse mudo, mas minha dor crescia ao observar a felicidade dos maus” (vv. 2 e 3).
       Outra figura interessante é a do sopro ou da sombra para explicar a curta passagem do homem pela vida terrena: “Sei que sou frágil e que a vida neste mundo dura pouco. Ela é quase nada se comparada à eternidade. Diante de Deus a vida do homem é como um sopro; vem e vai como uma sombra” (6-7a).

       Apesar dessa brevidade da vida as pessoas se preocupam em amontoar bens terrenos: “Mesmo assim vivemos preocupados em acumular fortunas, sem saber quem se aproveitará delas depois” (7b).

       Após refletir bastante, o orante chega a boas conclusões: “Guardarei silêncio, pois vejo a mão de Deus nesses acontecimentos” (10). Coloca sua confiança em Deus: “E agora, o que posso ainda esperar? Deus é a minha esperança” (8). Mesmo perdendo a coragem por sofrer, enquanto os maus prosperam, manifesta grande sabedoria dizendo: “Deus permite os sofrimentos para que os homens se corrijam de seus erros”  (12a).

       Por fim uma belíssima figura para traduzir que o fiel não deve ambicionar riquezas do mundo, mas ser rico dos dons divinos: “Como traça, Deus destrói as coisas de que mais gostamos, aquelas às quais estamos mais apegados a fim de nos convencer de que sem ele a vida é vazia” (12b). Este ensinamento é retomado por Jesus em sua pregação: “Não acumuleis tesouros aqui nesta terra, onde a traça e a ferrugem destroem, onde os ladrões arrombam e roubam. Acumulai para vós tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem e onde não há ladrões para arrombar e roubar. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí também estará o vosso coração” (Mt 6, 19-21).

       Meditando sobre este salmo somos convidados a sermos pobres em espírito, não ambicionar os bens terrenos e nem a eles nos apegar. Não nos preocupemos com a riqueza dos desonestos; muito menos a invejemos. Deus é nossa vida e nossa verdadeira felicidade; coloquemos nele toda a nossa confiança.
O livro “Os Salmos dos Cristãos”, com sua linguagem simples e compreensiva, que seguimos nesta meditação, nos ajuda a descobrir a riqueza do Livro dos Salmos e aumenta o gosto de rezarmos com a Palavra de Deus.

Dom José Maria Maimone
Bispo emérito de Umurarama / PR

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Edição 47