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Em defesa da fé católica: conheça o apostolado do padre americano John McCloskey


Paulo Roberto Labegalini

       Um cidadão estava atrasado para uma importante reunião no centro da cidade e não encontrava vaga para estacionar. Então, levantou as mãos para o céu e disse: ‘Senhor, me arruma um estacionamento e prometo que irei à missa todos os domingos pelo resto da minha vida’. Nesse instante, milagrosamente, apareceu uma vaga à sua frente, e ele rapidamente falou: ‘Não se preocupe, Senhor, já achei sozinho’.

       Infelizmente, coisas assim acontecem. As pessoas se lembram de Deus apenas em momentos de apuros e, pior que isso, costumam criticar a religião que ‘pertencem’ para aliviar a consciência. Por isso, em defesa da fé católica, quero convidar você, leitor, a esta reflexão:

       O padre John McCloskey ganhou notoriedade por ter convertido ao catolicismo membros influentes da elite política americana, tradicional reduto de protestantes. Economista, abandonou um emprego promissor em Wall Street para se ordenar padre em 1981. No ano passado, foi entrevistado pela Revista Veja e deu respostas sensatas sobre religião e fé, pelo menos no meu ponto de vista. Eis alguns bons argumentos que usou:

Veja: Por que um protestante abriria mão de sua religião para se converter ao catolicismo?
Pe. JOHN McCLOSKEY - Porque é crescente o número de protestantes que compartilham os valores morais da Igreja Católica. São cristãos que acreditam na Bíblia, nos dez mandamentos e têm laços pessoais com Jesus Cristo. Ao longo de seu pontificado, João Paulo II insistiu na defesa dos valores da Igreja. São 2000 anos de história! A Igreja Católica tem sacerdotes, Papa, tradição dos grandes santos, arte, cultura, literatura. Enfim, tem uma carga que não se vê em outras religiões.

O senhor concorda que boa parte dos católicos discorda da posição oficial da Igreja em assuntos como controle de natalidade e divórcio?
Pe. JOHN McCLOSKEY - A posição do Papa sobre divórcio, aborto, controle de natalidade não pode mudar, pois está ligada ao que é a Igreja Católica. A Igreja propõe a verdade a seus fiéis, não impõe. Se alguém não quiser pertencer à Igreja, está livre para sair. Note que a Igreja Católica não é uma democracia. É uma instituição Divina que não pode ser questionada. Ao ser criada, tinha apenas doze apóstolos. Hoje chega a 1 bilhão de fiéis, e isso sem que precisasse mudar suas opiniões, baseadas na ressurreição Divina e na palavra de Jesus Cristo. É preferível ter um rebanho menor de católicos do que mudar as regras apenas para arregimentar mais seguidores.

É mais difícil converter um ateu ou alguém que já tem uma religião?
Pe. JOHN McCLOSKEY - Converter o ateu, sem dúvida. Mas cada um tem sua própria história e sobretudo uma graça que o impele a buscar o catolicismo. Alguns fizeram a opção em questão de meses. Outros levaram anos. Não há uma receita pronta, é uma questão de graça e de boa vontade da pessoa que está se convertendo à fé católica.

É possível ser um católico não-praticante, ou isso é uma contradição?
Pe. JOHN McCLOSKEY - Sempre existiram na Igreja os católicos não-praticantes, que são aqueles que não estão cumprindo as leis morais que norteiam a Igreja. Ou seja, culpam a Igreja, mas não culpam a si mesmos, porém, há a possibilidade de você confessar seus pecados e voltar à Igreja. Mas sempre me pareceu uma contradição essa pretensão de ser católico sem acreditar no que a Igreja ensina.

As pesquisas mostram que a maioria dos católicos americanos acredita que os padres deveriam ter o direito de casar-se. Qual sua opinião sobre o celibato?
Pe. JOHN McCLOSKEY - Acho difícil uma mudança no celibato, tradição que remonta aos apóstolos e que a maioria dos sacerdotes ainda apóia. Os que defendem o fim do celibato são grupos pequenos e barulhentos, que se dizem católicos liberais. Talvez seja o último grito antes da morte, pois boa parte desses ativistas tem mais de 70 anos. Nos últimos 35 anos, eles têm esperado mudanças profundas na Igreja, e tudo continua igual. Nada mudou, e nada vai mudar. Vale lembrar que todos os padres assumem um compromisso ao optar pela vida religiosa. O celibato é um símbolo de devoção a Jesus Cristo.

O senhor costuma repetir que a Igreja Católica só será revitalizada se retornar às raízes. O que significa isso?
Pe. JOHN McCLOSKEY - Significa manter estrita fidelidade aos ensinamentos doutrinários e morais da Igreja, que são perpétuos e necessários para a salvação. A Igreja nunca vai rever sua posição de temas como contracepção, aborto, divórcio ou a participação de mulheres no sacerdócio. Para ela, qualquer pessoa – homossexual ou heterossexual – não deve exercer sua sexualidade exceto dentro do casamento. Como um homossexual não pode casar-se, tem de se manter casto. Todo católico deve submissão ao que a Igreja propõe como necessário à salvação.

A Igreja Católica brasileira perdeu milhões de fiéis nos últimos anos para seitas evangélicas. Por quê?
Pe. JOHN McCLOSKEY - Muita gente abandonou a Igreja, mas não perdeu a fé. A maioria passou a ter um laço mais pessoal com Jesus, lendo a Bíblia. Não tenho elementos para analisar o que aconteceu no Brasil, mas acredito que a migração de católicos para as seitas evangélicas não deverá prosseguir pelos próximos anos. É algo que podemos recuperar no futuro.

Paulo Roberto Labegalini - Escritor católico, Professor Doutor da Universidade Federal de Itajubá-MG. Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da UNIFEI

Fonte: http://solpaz.blogs.sapo.pt/

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Edição 47