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Oscar Niemeyer é enterrado no cemitério São João Batista no Rio de Janeiro


       RIO, Agência Estado/Heloisa Aruth Sturm e Luciana Nunes Leal - O corpo do arquiteto Oscar Niemeyer, que morreu na última quarta-feira, dia 5, aos 104 anos, foi enterrado ontem, 7, por volta das 18h15. Cerca de 400 pessoas assistiram ao sepultamento, contrariando a decisão da família de fazer uma cerimônia fechada. Além de parentes e amigos, muitos admiradores anônimos e curiosos foram ao cemitério São João Batista, em Botafogo (zona sul). A Banda de Ipanema, da qual Niemeyer era patrono, tocou a música Carinhoso, de Pixinguinha. Companheiros de militância cantaram 'A Internacional', hino dos comunistas.


Velório de Niemeyer foi aberto ao público no Rio. Marcos de Paula/AE

CULTO ECUMÊNICO
Cerca de 150 pessoas assistiram ao culto ecumênico que encerrou o velório iniciado às 8h30, no Palácio da Cidade. A cerimônia durou trinta minutos e foi acompanhada por parentes, amigos, colegas de profissão e admiradores anônimos que chegaram ao palácio pouco antes de os portões serem fechados e foram autorizados pela família a permanecer no salão.
A viúva, Vera Lúcia, ficou especialmente emocionada quando, de mãos dadas, o público cantou a música "Suíte do pescador", de Dorival Caymmi, puxada pelo pastor luterano Mozart Noronha. No momento de saída do caixão, os companheiros cantaram a Internacional, hino dos comunistas, e aplaudiram o arquiteto.

       Os portões do Palácio da Cidade, sede da Prefeitura do Rio na zona sul, foram abertos por volta das 8h30 desta sexta-feira para visitação do público ao velório de Oscar Niemeyer. Inicialmente prevista para as 8h, a abertura dos portões atrasou meia hora, porque os organizadores esperaram a chegada da família do arquiteto.

       Na manhã de ontem, minutos antes do início da visitação pública, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, o governador, Sérgio Cabral, e seu vice, Luiz Fernando Pezão, aproximaram-se do caixão, onde permaneceram por cerca de 2 minutos.

       O caixão com o corpo de Niemeyer ficou fechado e isolado, por motivos de segurança. Os visitantes ficaram a uma distância de cinco metros. Somente familiares e amigos permaneceram dentro da área restrita.

       Entre as muitas coroas de flores enviadas ao velório do arquiteto e ex-militante comunista, destacaram-se as homenagens dos irmãos Fidel e Raul Castro. Cada um enviou uma coroa. Fidel lembrou "o incondicional amigo de Cuba Oscar Niemeyer", e o irmão Raul, o "querido amigo Niemeyer".

       Fidel assinou a lembrança como "comandante em chefe Fidel Castro Ruiz". Seu irmão assina a coroa como "general Raul Castro". Uma terceira coroa de flores foi enviada pelo embaixador de Cuba no Brasil, Carlos Zamora Rodríguez.

       O engenheiro Giorgio Veneziani, de 86 anos, que trabalhou com Niemeyer na construção da Catedral de Brasília, foi ao Palácio da Cidade prestar homenagem ao arquiteto. Ele falou da convivência entre os dois.

       "Quando eu estudava na Itália, Niemeyer já era uma referência. Estivemos juntos muitas vezes e tivemos outros pontos de convergência, como o socialismo. E isso nos aproximava ainda mais. Ele me chamava de amigo e companheiro", diz o engenheiro, acrescentando que fez o revestimento de mármore de todos os palácios de Brasília projetados pelo amigo.

       Na quinta-feira, 6, o corpo de Niemeyer foi velado no Palácio do Planalto, em Brasília. Ao todo, 44 coroas de flores foram dispostas no salão - de Marisa Letícia e Lula, do governo da Bolívia, de Fidel Castro, da Ambev, do PC do B (uma homenagem ao "grande camarada comunista") e até do Comando da Aeronáutica.

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Edição 47