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Teologia do Corpo: um recurso atual para a ação evangelizadora em favor da família


Diante da mentalidade universal de culto ao corpo é preciso entender a sexualidade humana e como essa deve ser utilizada

       “Deus criou o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou.” Conforme assim está narrado no livro do Gênesis, o corpo humano teve como modelo o seu Criador e, por isso, ocupa um papel relevante no cenário do cristianismo católico. Um exemplo está no teto da Capela Sistina, em Roma, onde um conjunto de afrescos pintados há 500 anos pelo mestre renascentista Michelangelo Buonarroti é apontado como o mais brilhante estudo de anatomia humana de todos os tempos. Durante uma missa ali celebrada, em 1994, o papa João Paulo II referiu-se à obra como o “santuário da teologia do corpo humano”, novamente chamando atenção para a natureza sagrada do ser humano.
       Anteriormente, entre 1979 e 1984, tendo como referências o livro do Gênesis, a encíclica Humanae Vitae, do papa Paulo VI, e várias análises psicológicas, João Paulo II já havia desenvolvido uma série de reflexões sobre o “evangelho do corpo” nas audiências gerais realizadas às quartas-feiras, na Praça de São Pedro, no Vaticano.

       A fim de compreender melhor essa Teologia do corpo introduzida pelo papa João Paulo II e repassá-la aos interessados, vários teólogos, hoje, têm se dedicado ao seu estudo. Um deles é o sacerdote polonês Jaroslaw Merecki, docente da Pontifícia Universidade Lateranense, de Roma, que abriga o Pontifício Instituto João Paulo II para estudos sobre o Matrimônio e a Família. Em novembro, o teólogo esteve no Brasil a convite da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para assessorar o Encontro Nacional para Estudos sobre Matrimônio e Família para Bispos Referenciais e Assessores Eclesiásticos da Pastoral Familiar, que reuniu em São Paulo (SP), na Casa de Oração das Irmãs Paulinas, casais coordenadores regionais da Pastoral Familiar, bispos, padres, religiosos e religiosas de vários pontos do País. O objetivo do evento foi promover, com ênfase na Teologia do corpo, a formação de mais agentes evangelizadores em favor da família.

Material biológico
       “A intenção em trazer ao País um especialista nesse tema foi a de, também, ajudar os casais a entender um pouco melhor a própria afetividade. Quanto a ela e o amor humano existe, atualmente, muita confusão. A maneira melhor de viver o afeto e o amor humano é fazer dom de si mesmo para o outro e não de usar o corpo humano apenas para o trabalho ou para o prazer”, afirma dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família. “A Teologia do corpo tem muito a ver com família”, confirma o padre Jaroslaw. Segundo ele, se o ser humano é criado à semelhança de Deus, em seu corpo também encontramos o Criador. “E a família é uma realidade em que o ser humano vive sua corporeidade, dá expressão humana a seu instinto sexual que o dirige para outro ser humano, a fim de constituir essa comunhão que João Paulo II chama de a comunhão das pessoas”, explica o teólogo.

       As primeiras reflexões teológicas sobre o corpo humano, segundo o padre Jaroslaw, estão em Amor e responsabilidade, obra publicada nos anos 1960 por Karol Wojtyla, então bispo de Cracóvia, Polônia. “O corpo e somente ele é capaz de tornar visível aquilo que é invisível: o espiritual e o divino. Ele foi criado para transferir para a realidade visível do mundo o mistério invisível escondido em Deus desde tempos imemoráveis, e assim ser sinal deste mistério”, escreveu. Se parece complicado à primeira vista, dom Petrini esclarece que a Igreja deve jogar luz sobre a Teologia do corpo em razão de a cultura dominante, em todo o mundo, entender o corpo humano de maneira equivocada. “Ele é visto como algo que se pode manipular e transformar ao bel-prazer como se ele nada tivesse a ver com a espiritualidade humana e com a constituição da personalidade. Ao contrário, a Teologia do corpo nos ensina que há, no corpo, uma manifestação da pessoa e não apenas material biológico.”

Culto ao corpo
       “A Teologia do corpo é um recurso atual para a ação evangelizadora em favor da família. Traz respostas concretas para todos nós, que estamos em uma época voltada para a emoção, o sentimento e a experiência, e resgata uma linguagem adequada para essa situação”, classifica o padre Vladimir Porreca, assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família. “Vivemos, de fato, sob uma cultura universal de culto ao corpo e que desconstrói a família e a essência da pessoa. Diante de tal mentalidade dominante, é preciso entender perfeitamente como o nosso corpo e a nossa sexualidade devem ser utilizados”, complementa Vera Lúcia e Raimundo Leal, casal coordenador da Comissão Nacional da Pastoral Familiar.

Fonte:
http://www.paulinas.org.br

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Edição 47