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Santa Maria: Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão na casa dos músicos


Banda Gurizada Fandangueira, que provocou o incêndio na boate Kiss em Santa Maria, teve um integrante entre os mortos: o sanfoneiro Danilo Jaques (camisa azul e blazer preto) 

       Porto Alegre, Elder Ogliari/Estadão - A Polícia Civil do Rio Grande do Sul cumpriu ontem mandados de busca e apreensão na casa dos cinco integrantes da banda Gurizada Fandangueira, em Santa Maria e Rosário do Sul. O material coletado, sobretudo imagens em papel ou copiadas de computadores, pode comprovar que a banda usava pirotecnia em seus shows. Segundo testemunhas, o incêndio na boate Kiss, no último dia 27, começou por causa de fagulhas de fogos de artifício usados pela banda. A tragédia matou 238 pessoas.

       A investigação feita por um grupo de delegados da Santa Maria já interrogou cerca de cem testemunhas e tem outras 500 para ouvir nas próximas semanas. Nesta quarta foram ouvidos seis bombeiros que participaram da operação de resgate no dia do incêndio. Outros seis prestarão depoimento nos próximos dias. Os proprietários da casa noturna, Elissandro Spohr, conhecido como Kiko, e Mauro Hoffmann, estão presos e serão ouvidos novamente antes do fim do inquérito, previsto para o início de março.

       A polícia considera que artefato usado pela banda provocou o fogo e que a fumaça provocada pela queima da espuma que revestia a casa noturna tornou-se a causa direta da maioria das mortes, por asfixia. Além disso, a lotação excessiva do local dificultou a fuga na hora do pânico.

PRISÕES
       O juiz Ulysses Fonseca Louzada, da Comarca de Santa Maria, negou os pedidos de revogação da prisão temporária dos quatro envolvidos no caso. "Ainda há diligências a serem realizadas, tais como acareações, buscas, reconstituições dos fatos, análise de documentos e perícias", justificou Louzada. Dois integrantes do Gurizada Fandangueira - o vocalista Marcelo de Jesus dos Santos e o produtor Augusto Bonilha Leão - estão detidos, assim como Spohr e Hoffmann.

FURTO
       A Polícia Civil prendeu ontem um homem que estaria vendendo objetos furtados no dia da tragédia. O suspeito, que não teve o nome divulgado, tem 22 anos e teria se passado por familiar de uma das vítimas, de quem teria roubado um celular, um relógio e R$ 50.

HOSPITAL
       O número de hospitalizados por causa do incêndio da boate Kiss caiu de 81 para 75 nesta quarta, segundo a Força Nacional do SUS. Desses, 21 ainda respiravam com ventilação mecânica até as 20 horas desta quarta. A maioria dos internados tem problemas pulmonares e uma parte menor, queimaduras. Dos internados, 45 estão em Porto Alegre, 26 em Santa Maria, três em Canoas e um em Caxias do Sul.


Justiça prorroga por 30 dias prisão de detidos
       Por Diego Zanchetta e Lucas Azevedo, estadao.com.br - O juiz Regis Betolini, da Comarca de Santa Maria, prorrogou por mais 30 dias a prisão temporária de Elissandro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, sócios-proprietários da boate Kiss, onde ocorreu o incêndio que matou mais de 230 pessoas, na madrugada do dia 27 de janeiro, e também do cantor Marcelo de Jesus dos Santos e do auxiliar da banda Gurizada Fandangueira, Luciano Bonilha. Eles tiveram a prisão temporária, de 5 dias, decretada logo após o incêndio.

       O pedido de prorrogação foi enviado para o juiz pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, que viu indícios de crime hediondo na morte das 238 pessoas na boate. Em manifestação encaminhada na à Justiça, os promotores Joel Oliveira Dutra e Waleska Flores Agostin afirmam que houve "um crime de homicídio qualificado" e que os acusados assumiram "risco de produzir o resultado morte".

ENTENDA
       O incêndio com mais mortes nos últimos 50 anos no Brasil causou comoção nacional e grande repercussão internacional. Em poucos minutos, mais de 230 pessoas - na maioria jovens - morreram na boate Kiss de Santa Maria - cidade universitária de 261 mil habitantes na região central do Rio Grande do Sul.

       A tragédia começou às 2h30 de domingo, 27, quando um músico acendeu um sinalizador para dar início ao show pirotécnico da banda Gurizada Fandangueira. No momento, cerca de 2 mil pessoas acompanhavam a festa organizada por estudantes do primeiro ano das faculdades de Tecnologia de Alimentos, Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia, Tecnologia em Agronegócio e Pedagogia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A maioria das vítimas, porém, não foi atingida pelas chamas - 90% morreram asfixiadas.

       Sem porta de emergência nem sinalização, muitas pessoas em pânico e no escuro não conseguiram achar a única saída existente na boate. Com a fumaça, várias morreram perto do banheiro. Na rua estreita, o escoamento do público foi difícil. Bombeiros e voluntários quebraram as paredes externas da boate para aumentar a passagem. Mas, ao tentarem entrar, tiveram de abrir caminho no meio dos corpos para chegar às pessoas que ainda estavam agonizando. Muitos celulares tocavam ao mesmo tempo- eram pais e amigos em busca de informações.

      Como o Instituto Médico-Legal não comportava, os corpos foram levados a um ginásio da cidade, onde parentes desesperados passaram o dia fazendo reconhecimento. Lá também foi realizado o velório coletivo.

       Em entrevista à Radio Estadão na manhã da última quinta-feira, 31, o governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro disse que a Prefeitura não deveria ter concedido alvará para a casa noturna.

       "Mesmo que (a boate) estivesse dentro de normas legais de engenharia, qualquer leigo olharia aquele local e não daria alvará. Não tinha portas laterais, era uma espécie de alçapão, uma estrutura predatória da vida humana. E era visível que a casa estava preparada para receber mais gente do que o autorizado, cerca de 600 pessoas", afirmou Genro.

       O governador disse, ainda, que a Prefeitura deveria ter lacrado a boate em agosto de 2012, quando venceu o alvará dado pelo Corpo de Bombeiros. "Mesmo que o documento esteja em análise, a casa deveria estar fechada até o documento sair."

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Edição 47