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Documentário "Blood Money – Aborto Legalizado", tem compromisso com a verdade





    ArqRio/Cláudia Brito de Albuquerque e Sá (claudiabrito@testemunhodefe.com.br) Salvar vidas. Este é o objetivo do documentário “Blood Money – Aborto Legalizado”, que foi lançado ontem, 15 de novembro, em todo o país. O filme, que traduzido quer dizer “Dinheiro de Sangue”, traz revelações surpreendentes sobre as graves consequências dos 40 anos de legalização do aborto nos Estados Unidos.

    A produção norte-americana independente, da Europa Filmes e da Estação Luz, utiliza aspectos jurídicos, científicos e humanistas para defender a vida de todos, independente de idade, raça, religião e da condição física e econômica.

    De maneira informativa, sem cenas fortes de abortos, o documentário mostra depoimentos de juristas, médicos e de pessoas que já fizeram e trabalharam em clínicas abortivas, mas que se arrependeram. De forma clara e simples, são reveladas as motivações financeiras que, praticamente, pressionam muitas mulheres a abortar, sem explicar que os traumas gerados serão, na maioria das vezes, para a vida toda, porque o trauma pós-aborto gera depressão e tendências suicidas.

    São abordadas questões ligadas à eugenia, já que nos Estados Unidos o aborto é incentivado, especialmente para mulheres negras e pobres. Desde a aprovação do aborto nos EUA, em 1973, clínicas de aborto foram instaladas principalmente nos bairros pobres, o que tem reduzido o número de negros e pobres no país.

A verdade sobre o aborto
    “A nossa motivação foi falar a verdade sobre o aborto, mostrar como isso machuca a mulher e fazer com que as pessoas conversem sobre o assunto”, afirmou o diretor do filme, David Kyle, que precisou vender a própria casa para que o filme pudesse continuar sendo distribuído.

    David veio para o Brasil para participar do lançamento do filme. No Rio, a pré-estreia para convidados aconteceu na noite do dia 6 de novembro, no Espaço Itaú de Cinema Botafogo, na Praia de Botafogo, onde o filme estará em cartaz.

    O presidente da União dos Juristas Católicos (RJ), Paulo Leão, presente na pré-estreia, afirmou que o aborto é uma tragédia para as mulheres. Ele refletiu sobre a estratégia dos abortistas que querem implantar a legalização do aborto no Brasil por meio do Supremo Tribunal Federal (STF).

    “Isso é lamentável sob todos os aspectos, por ser uma clara violação do direito à vida e à dignidade humana e também à própria soberania do povo, que se manifesta por seus legisladores. Vários sofismas têm sido utilizados, e nós vemos isso cada vez mais próximo de tentar esse golpe institucional por uma instituição que tem o dever de respeitar a Constituição”, disse.

Foco na prevenção
    Antes do início do filme, a presidente nacional do Movimento da Cidadania pela Vida, Brasil sem Aborto, Lenise Garcia, destacou que o filme mostra como a legalização do aborto nos EUA, pela Suprema Corte, foi baseada na mentira.

    “Sabemos que essa é a tática. Aqui no Brasil acontece da mesma maneira. São mostrados números que não são verdadeiros. Chegou a ser dito que 200 mil mulheres morrem por ano no Brasil de aborto clandestino, entretanto não morrem 200 mil mulheres em idade fértil por ano. Segundo o Datasus, em 2011 morreram 69 mulheres de aborto no Brasil, sendo que uma delas foi em um aborto legalizado”, afirmou Lenise.

    O coordenador nacional de Comunicação do Movimento Cidadania pela Vida, Brasil sem aborto, Luis Eduardo Girão, que comprou os direitos autorais para exibição do filme no Brasil, ressaltou que o documentário traz argumentos para enriquecer o debate, com o objetivo de informar a população. “A partir das revelações trazidas devemos investir em políticas pró-vida. O aborto não pode se tornar um método contraceptivo. Isso seria uma covardia”, disse.

Proteção à vida
    “Nós já sabemos, e o filme reforça que se já está muito ruim hoje com tantos abortos clandestinos, muito pior ficaria a situação se o aborto fosse legalizado no Brasil. O Estatuto do Nascituro realiza a grande proteção para que o Brasil não siga o péssimo exemplo dos Estados Unidos”, disse o ex-deputado Luiz Carlos Bassuma, um dos autores do Estatuto do Nascituro – Projeto de Lei 478/2007.

    Segundo ele, é fundamental que a aprovação do estatuto seja agilizada. “Enquanto o Congresso não aprová-lo, o STF, que já aprovou o aborto de crianças anencéfalas, poderá continuar avançando. Os abortistas querem impedir a tramitação, porque quando o tema entra em votação, nós ganhamos, porque a maioria da população é a favor da vida e os parlamentares são suscetíveis à pressão do povo”, alertou.

    Mensagens favoráveis à aprovação do Estatuto do Nascituro, que tramita na Câmara dos Deputados, podem ser enviadas aos deputados pelo site www.camara.leg.br. É possível assinar a petição online para aprovação do Estatuto do Nascituro, promovida pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto, pelo link http://migre.me/gjGiG. Informações: www.brasilsemaborto.com.br

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Edição 47