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O julgamento: é muito comum o malvado prosperar e o justo sofrer



Dom Paulo Mendes Peixoto

    Este é um dos temas ligados ao mês de novembro, dando continuidade à reflexão de todos os santos, finados e ressurreição. O julgamento final projeta o “tribunal” de Deus, que não favorece uns, deixando de lado outros. É uma realidade universal, englobando justiça e misericórdia. Deus é justo fazendo misericórdia, e vice versa.
    O julgamento de Deus é realidade misteriosa, que nos convoca a estarmos sempre preparados, porque não sabemos a hora de sua chegada. Não temos como prever e nem imaginar como será o futuro de cada pessoa. Apesar de confiar na misericórdia, plenitude da vida para todos, Deus julgará certamente com justiça.

    Fazemos hoje um caminho de julgamento. Ele está fundamentado na reposta que damos às propostas do evangelho do Senhor, no cumprimento de seus mandamentos. O importante é a vitória sobre o mal, que acontece quando damos testemunho autêntico de nossa fé, mesmo sendo ameaçados pelo mundo descrente e sem temor para com o Senhor.

    É muito comum o malvado prosperar e o justo sofrer. Ficamos até pensando se vale a pena ser correto e lutar para viver os princípios cristãos! A convicção da presença do Senhor deve ser o nosso conforto. Pelo julgamento final, toda maldade será eliminada e a justiça vai brilhar para todo ser humano cumpridor dos deveres.

    Todo julgamento final está baseado na fidelidade a Deus, que tem seus reflexos no cumprimento dos deveres de cidadania, no comprometimento com as tarefas e obrigações terrenas, na vivência de fé e de coerência no relacionamento com as pessoas. Estamos numa vida de expectativa, na espera de um mundo novo e sem males.

    Uma certeza deve nos acompanhar: a justiça divina é diferente da nossa. A nossa defesa facilmente é manipulada pela vingança e pela distorção. “Tomai cuidado para não serdes enganados” (Lc 21, 8). Isto não acontece com Deus, por que Ele não se deixa manipular por nada. Seu julgamento é correto, eliminando de seu convívio aqueles que agiram com indignidade e desrespeito para com as exigências de sua obra.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba (MG)

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Edição 47