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Santa Ângela de Mérici fundou as irmãs ursulinas e inovou na assistência aos jovens


    Ângela de Mérici nasceu em Desenzano, Garda (Itália), em 1470. Sobre a vida religiosa teve uma ideia completamente revolucionária para a sua época. Viveu num período de grande prosperidade econômica e efervescência artística. Era o Renascimento. Uma voz severa e ameaçadora açoitava os ouvidos materialistas: frei Jerônimo Savonarola. Foi enforcado e queimado na Praça da Senhoria em Florença. Vinte anos depois um frei agostiniano, Martinho Lutero, quis reformar a Igreja e conseguiu romper a unidade do cristianismo. No meio dessas justas aspirações de reforma da vida cristã surge uma voz submissa de mulher, oferecendo o contributo mais prático para a verdadeira reforma: a observância dos conselhos evangélicos.

    Ângela de Mérici pertence à Ordem Terceira de são Francisco, quando criança, pelo menos até 15 anos. Crescida numa família de camponeses, após a morte dos pais empreendeu longas peregrinações. Chegou à Terra Santa, onde foi privada da vista. Era um sinal de Deus para fazê-la entender a que estava destinada: assistência espiritual e material aos jovens. No caminho de integração da mulher na ação apostólica e no serviço da sociedade, Ângela de Mérici (1474-1540) deve ser considerada uma verdadeira inovadora.

    Em 1535 fundou em Brescia a congregação das Ursulinas, uma instituição completamente nova, dedicada ao ensino das moças. Pelas finalidades que a inspiravam, essa instituição vinha alargar radicalmente as concepções em vigor sobre a vida religiosa. A congregação das Ursulinas tinha como objetivo a “formação cristã das futuras mães de família, abrindo-as para as necessidades de sua geração, concepção muito original em sua época, que apenas concebia a educação cristã da moça atrás das grades de um claustro”. Igualmente criativa se manisfestava a instituição em sua organização interna.

    A vida religiosa para as mulheres era concebida até então como uma separação total do mundo, protegida pela clausura, sendo a oração e a penitência os meios específicos com que a religiosa deveria contribuir ao crescimento da Igreja (é bem verdade que desde o século anterior havia tentativas de harmonizar a vida religiosa feminina com o serviço aos doentes). As Ursulinas, pelo contrário, segundo a concepção de sua fundadora, deviam ser uma associação de virgens que permaneciam em parte no seio de suas famílias e não pronunciavam votos especiais, embora se obrigassem a seguir uma regra de vida e obedecer a uma superiora.

    Era, na realidade, uma sociedade de vida de perfeição, mas não uma congregação religiosa. Sob a direção de Ângela  eleita superiora geral no capítulo de 1537, a associação desenvolveu uma notável atividade na instrução, visita aos enfermos e outras formas de caridade. Mas a sucessora de Ângela introduziu uma modificação restritiva: adotou um hábito especial. Pouco depois, Carlos Borromeu e o papa Gregório XIII acrescentavam a vida comum e os votos simples; e Paulo V, finalmente, concedeu os votos solenes e a clausura.

    Assim as Ursulinas, em sua tentativa de atualização da vida religiosa, tropeçaram nas mesmas dificuldades e resistências que encontraria pouco depois S. Francisco de Sales na fundação das Salesas. Pouco a pouco, contudo, ia-se abrindo um novo caminho, como demonstra, no mesmo século XVII a fundação das Filhas da Caridade, que adotaram definitiva ou transitoriamente várias das inovações queridas por Ângela para sua congregação.

    Santa Ângela Mérici morreu em Bréscia no dia 27 de janeiro de 1540. Foi canonizada em 1807. Foi, primeiro, festejada em 31 de maio, depois de 1955, no dia 1º de junho para deixar lugar à festividade de Maria Rainha, e agora é recordada no dia de sua morte. A morte dos santos é a sua glorificação.

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Edição 47