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Pesquisa estuda os 16 documentos do Concílio Ecumênico Vaticano II


Pós-graduando da Unesp de Franca, Juliano Alves Dias defendeu seu doutorado dia 22 de novembro de 2013 na Unidade. O tema foi Et veritas liberabir vos: o catolicismo entre o modernismo e a tradição (1960-2013).

RESUMO
    Quando se observa a história da Igreja em seu último século, nota-se uma disparidade de postura entre o período anterior ao Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965) e sua posteridade. A Igreja aparentemente teria deixado certos posicionamentos, no entanto os papas pós-conciliares e os documentos eclesiais do magistério não confirmam essa concepção. Recentemente com o pontificado de Bento XVI (2005-2013) uma série de questões acerca do Vaticano II e suas intenções ganharam espaço no ambiente eclesial.

    O desfecho do ultramontanismo (1800-1960) parece ter assumido novos contornos e alguns de seus elementos passaram por uma releitura. Bento XVI, desde seu primeiro discurso à Cúria Romana, propôs uma visão de continuidade histórica do referido Concílio com o passado da Igreja, negando uma possível ruptura e reafirmando a condenação a certos aspectos do mundo moderno e àquilo que chamou de ditadura do relativismo.

    Para fazer valer tal proposição, seu pontificado se aproximou de setores conservadores do catolicismo e buscaram criar uma interpretação oficial para o Concílio que o coloque em sintonia com a história bimilenar da Igreja; seu intuito parece residir na exclusão de interpretações que fizeram do Concílio uma revolução interna na instituição eclesiástica e a abriram para aquilo que condenara anteriormente, o Modernismo.

    Diante de tais perspectivas históricas, pretende-se estudar os dezesseis documentos do Concílio Ecumênico Vaticano II, no afã de compará-los com os posicionamentos anteriores dados pelo Magistério da Igreja, de modo particular com encíclica Quanta Cura de Pio IX com seu Syllabus de erros (1864) e a Pascendi Dominici Gregis (1907) do papa São Pio X.

    A intenção primeira deste trabalho é vislumbrar as possíveis divergências entre o Vaticano II e o magistério pré-conciliar. Em segundo lugar, há de se debruçar sobre a atuação dos Pontífices pós-conciliares, Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI, na aspiração de entender o processo de crise identitária na história recente do catolicismo e as propostas de solução deste impasse.

    Para tanto, usar-se-á como fonte os citados documentos conciliares, e as encíclicas dos papas anteriores ao Vaticano II que condenaram o modernismo. Serve ainda de auxílio nessa pesquisa uma vasta bibliografia que oferece o respaldo histórico e teórico para este trabalho.

    A análise metodológica dos documentos em questão com o apoio da bibliografia arrolada será o guia para o estudo do tema desta investigação, até agora inédito em meios acadêmicos da historiografia da Igreja Católica Apostólica Romana, uma instituição que sobreviveu aos séculos e que, ainda hoje, influencia a vida de um grande contingente populacional.

Banca Examinadora
Pedro Geraldo Tosi (coorientador)
Marcos Sorrilha Pinheiro
Ubaldo Silveira (Unesp/Franca)
Antonio Mendes da Costa Braga (Unesp/Marília)
Geraldo Inácio Filho (UFU)

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SUPLEMENTO

Edição 47