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Visite a exposição em homenagem aos 50 anos de Evangelização de padre Zezinho, scj


A trajetória de um semeador.

    Venha conhecer toda a trajetória evangelizadora de Pe. Zezinho, seus trabalhos voltados aos jovens e às famílias, que incluem livros, CDs e DVDs lançados por Paulinas, e se surpreenda com o talento deste sacerdote, artista e profeta. A exposição começou ontem e vai até o dia 30 de junho e fica aberta ao público 24 horas. Local: Hall de entrada do Hospital Santa Catarina, Avenida Paulista, 200, Bela Vista, em São Paulo (próximo à estação Brigadeiro do Metrô). Paulinas contam com a sua presença.

HOMENAGEM PAULINAS
São cinquenta anos de lutas e de vitórias, de desafios e de conquistas.
    Ao longo da trajetória como evangelizador e comunicador,  pe. Zezinho tem feito parte da família católica brasileira: por meio de suas canções, livros, programas de Rádio e TV; e por seu belíssimo trabalho realizado junto aos jovens e às famílias!

    Desde os primórdios dessa Jornada a Paulinas teve o prazer de caminhar lado a lado com Pe. Zezinho. Homenageamos o sacerdote, o artista, o profeta: pelo caráter pioneiro do seu trabalho e pela fonte inesgotável de energia com que o executa.

    Obrigada pela parceria e amizade!

    Que possamos continuar neste caminho renovado pela poesia transformadora da comunicação, juntos, na missão de anunciar Jesus Cristo, e fortalecer os valores humanos e cristãos.

EVANGELIZADOR
"Eu queria ser padre, e nada mais que isso. Mas ser padre, no meu caso, significou fazer não o que eu queria, mas o que a Igreja me pediu."
    No início dos anos 70, padre Zezinho já usava a música popular e  a dança em suas missas. O objetivo era o de aproximar a juventude da igreja por meio de uma linguagem acessível, atual, e, sobretudo, por meio da alegria.

    Sua atitude causou espanto e até indignação nos setores mais conservadores da igreja. E não era apenas dentro da igreja que padre Zezinho incomodava. Na época o país passava pela fase mais violenta da ditadura militar.

    Padre Zezinho atraía sobre si a desconfiança do regime, pois defendia claramente a liberdade de expressão, a igualdade e indignava-se com a violência e a tortura. Nesse momento ele já era compositor e havia lançado disco de sucesso nacional.

    A ira da repressão recaiu sobre sua música, sistematicamente censurada.  Apesar da censura, suas canções continuavam a ser cantadas nas missas. Os conservadores não o aceitavam, também a esquerda não admitia sua independência. Mas ele não cedeu em suas convicções nem em sua forma de agir. Padre Zezinho exilou-se por seis meses na Espanha e na Itália. Logo retornou ao Brasil e deu continuidade ao seu trabalho evangelizador e reformador. Hoje completa 50 anos de vida religiosa.

    "Tornei-me um padre para as multidões e isto pode ser alienante, transformador ou até revolucionário."

MISSÃO COMO ESCRITOR
“Não é você que corre atrás da inspiração; ela é que vem até você. Ela é sua dona e não o contrário. Por isso que eu acho que ela vem de Deus”
    Zezinho enveredou pelos campos da poesia quando era menino. No seminário compôs até um poema épico! Eram ensaios para o que viria depois.

    Em 1970, veio o primeiro livro chamado o “Alicerce para um mundo novo” de conteúdo catequético. A obra transformou-se num grande best-seller, permanecendo nas livrarias por mais de 15 anos consecutivos.

    Pe Zezinho seguiu escrevendo: publicou livros diversos com temas que vão de encontro à atualidade, a sociedade, ao jovem, à família. Conquistou milhões de leitores.

    O sucesso ultrapassou fronteiras. Algumas de suas obras foram traduzidas para a Colômbia, Venezuela, Argentina, Portugal, Espanha, Estados Unidos, França.

    Hoje são mais de 88 obras publicadas, além de crônicas, colunas em jornais, revistas, os roteiros para programas de rádio e TV.

    Padre Zezinho é conhecido e respeitado pela universalidade dos temas de suas obras: elas tocam o coração do homem, esteja onde estiver.

MISSÃO COM A MÚSICA
“Cantar não é fundamental na Igreja. Mas se a Igreja não cantasse seria uma Igreja sem poesia!”
    Pe. Zezinho, scj é o grande pioneiro da música mensagem, considerado o maior cantor e compositor música católica popular de todos os tempos.

Sua primeira composição, A oração do Pai-Nosso, foi feita em inglês, em 1964, quando ele ainda era seminarista. Em 1969, gravou Shalom, seu primeiro compacto, pela Paulinas COMEP.

Trouxe para a Igreja a riqueza da música mensagem, numa nova forma de levar a Palavra aos recantos mais longínquos do Brasil e além de suas fronteiras.

Foi consagrado como o padre cantor mais conhecido do mundo todo. Gravou mais de 120 discos e compôs mais de 1.500 canções.

Suas músicas atravessaram gerações e ganharam destaque no Brasil e no mundo: Um Certo Galileu, Oração pela Família, Utopia, Nova Geração, dentre muitas outras.

UM POUCO DE SUA HISTÓRIA
“Minha casa tinha um ambiente bonito de vida. Meus pais não tinham cultura, mas tinham muita sabedoria"
    José, Zé, Zequinha: com nome bem brasileiro, de menino nascido no coração do país, José Fernandes de Oliveira, padre Zezinho, nasceu em Machado, Minas Gerais, em 8 de junho de 1941.

    Sua mãe, dona Valdivina Messias, era lavradora e costureira.  Fernando, seu pai, media terras, transportava gado e era violeiro: foi dele que Zezinho herdou o amor pela música.

    Caçula de seis irmãos, ele nasceu de família simples. O seu pai sofreu acidente e ficou paralítico quando Zezinho ainda era muito pequeno. Anos depois, sua mãe perdeu as pernas devido à diabetes. A família passou por tempos difíceis.

    Ele cresceu em Taubaté, SP; aos 7 anos de idade era coroinha e convivia com padres dehorianos que davam assistência à sua família. Com eles Zezinho aprendeu o verdadeiro significado da solidariedade e da caridade.

    Aos 9 anos de idade ele já experimentava o forte o desejo de abraçar a vida religiosa. Quando completou 11 anos entrou para o seminário!

    Estudou filosofia em Santa Catarina, Teologia e Psicologia nos Estados Unidos, onde 1966 se ordenou padre aos 25 anos.

    De volta ao Brasil, começou suas atividades pastorais na paróquia são Judas Tadeu, no bairro paulistano do Jabaquara.

    Em fins dos anos 60 e início dos anos 70 deu impulso a uma forma de comunicação que em muitos lugares mudou o jeito de evangelizar os jovens. Passou a fazer uso de dança e música popular em suas missas.

    Hoje ele é reconhecido como um dos catequistas e comunicadores de grande influência nos últimos 50 anos no Brasil.

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Edição 47