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Reerguendo-se na fé com São Sebastião


    Rio de Janeiro, Arqrio/Luis Pedro Ribeiro e Nathalia Cardoso - A Trezena de São Sebastião, em seu décimo dia, 16 de janeiro, levou esperança aos desalentados. A Igreja, mais uma vez, nesta peregrinação, esteve ao lado dos que mais precisam. O cardeal arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, visitou os dependentes químicos em tratamento na Comunidade Católica Maranathá, situada em Bangu; prestou homenagem no memorial Anjos de Realengo, no Cemitério Jardim da Saudade Sulacap, onde estão os túmulos de dez das vítimas da chacina na Escola Municipal Tasso da Silveira, ocorrida em 2011. Também esteve na Capela São Sebastião, no Conjunto Sociólogo Betinho, em Vila Kennedy.


 
    Em seu primeiro compromisso, Dom Orani foi recebido pelo fundador da Comunidade Católica Maranathá, José Martins Cipriano, pelo coordenador da unidade, Marcos Leandro Machado do Nascimento e pelo padre Jorge Luiz Vieira da Silva, pároco da Paróquia São Judas Tadeu.

    Em sua mensagem aos internos, o cardeal incentivou: "cada comunidade tem um carisma, o da Comunidade Maranathá é ajudar na recuperação da dependência química. Busquem, neste tempo que passam aqui em recuperação, ter uma experiência com Deus, para, quando acabarem o tratamento, sejam sinais de esperança no mundo".

    Wagner Soares, de 28 anos, há quatro meses em tratamento na comunidade, contou seu testemunho: "eu cheguei aqui sem dignidade e sem sentido algum de vida; minha família não acreditava mais em mim. Era uma pessoa que não honrava os compromissos e usava entorpecentes todo dia. Não acreditava mais em Deus. E Ele está fazendo algo na minha vida, aqui. O Maranathá representa muito para nós, principalmente para mim, porque é uma instituição que me acolheu e está me erguendo para a vida de novo".

    Na despedida, o fundador José Martins agradeceu e comentou sobre a importância da peregrinação: "certamente, esta visita trará para os internos uma nova esperança: reafirmar o quanto são valorizados e queridos pela Igreja e por Deus".


Anjos de Realengo
    Em seguida, a comitiva foi até o Cemitério Jardim da Saudade Sulacap, onde, no ano passado, 11 das 12 crianças vítimas do atentado à Escola Municipal Tasso da Silveira receberam um memorial, doado pela administração do cemitério. Os parentes dos estudantes mortos participaram do encontro.

    Adriana da Silveira Machado, mãe da estudante Luísa Paula da Silva, uma das vítimas, comentou sobre a visita: "para nós é um conforto muito grande perceber que não estamos sozinhos. A Igreja nos abraçou de tal forma que nos sentimos amparados. E ainda precisamos muito deste alento”.

    Lucas Matheus de Jesus Carvalho, de 17 anos, um dos sobreviventes, expressou o sentimento da presença da imagem do padroeiro no memorial: "a experiência de receber São Sebastião aqui pela primeira vez está sendo de muita lembrança. Porque ele foi e é o santo da coragem. E, com este exemplo, nós devemos nos motivar a ter a coragem para vencer a tristeza. Com a intercessão dele e todos os Santos Inocentes, rezo para que nós possamos buscar mais a esperança de um mundo novo, ao lado do nosso cardeal arcebispo".

Alegria em Vila Kennedy
    Na capela São Sebastião, último compromisso do dia, a comitiva foi acolhida pelo pároco Cláudio de Aguiar da Silva, pela coordenadora da capela Lucia Maria Constancio Lima e pelos paroquianos. A capela faz parte da Paróquia Cristo Operário e Santo Cura D'ars.

    Geraldina Moraes de Barbosa é uma dos fiéis que recepcionaram o arcebispo. Mesmo sofrendo de artrose nos dois joelhos, ela fez questão de ir andando, em procissão, até a capela, para receber o santo peregrino.

    "São Sebastião foi seguidor de Cristo e nunca negou a sua fé. Eu também não posso negar a minha. Por isso, estou aqui, louvando. Isto é um sacrifício que eu faço pra Jesus, porque ele fez um muito maior por nós: deu a vida", explicou dona Geraldina.

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Edição 47