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Bancos recebem multas bilionárias por manipulação do mercado cambial através de cartel


    Cinco dos maiores bancos do mundo vão pagar às autoridades norte-americanas e europeias mais de 5 bilhões de euros (R$ 17 bilhões) em multas por terem manipulado o mercado de câmbios, mesmo à custa dos clientes. Citigroup, JP Morgan, Barclays e Royal Bank of Scotland - autodenominados "o cartel" - declararam-se culpados para evitar um processo judicial. Admitiram ter usado salas privadas de conversação eletrônica e linguagem codificada para manipular o preço de dólares e euros entre 2007 e 2013.





Distrito financeiro de Londres

    BBC Brasil/Luis Nassif Online - Cinco dos maiores bancos do mundo terão de pagar multas que totalizam US$ 5,7 bilhões (R$ 17 bilhões) por terem manipulado o mercado cambial e de juros internacional, informaram ontem autoridades americanas. Quatro dos bancos - JP Morgan, Citigroup, Barclays e RBS - concordaram em admitir sua culpa nas acusações criminais nos EUA.

    O quinto banco, o UBS, admitirá culpa especificamente de manipular as taxas de juros interbancárias de Londres (a chamada taxa Libor), pelo qual pagará uma multa de US$ 545 milhões. E, separadamente, o Bank of America foi multado pelo Fed (o banco central americano) em US$ 205 milhões por más práticas no mercado cambial.

    Segundo o Departamento de Justiça americano, entre 2008 e 2012, diversos traders formaram um cartel e, via diferentes estratégias acordadas em conversas privadas online, manipulavam os preços diários de dólares americanos e euros em seu favor.

    Em teoria, esses agentes deveriam competir entre si na negociação das moedas, mas agiam em conjunto para adulterar os preços.

    Um negociador do Barclays convidado a se juntar ao cartel foi advertido pelos demais com a frase "se fizer besteira, durma com o olho aberto à noite".

    O mercado cambial movimenta US$ 5 trilhões ao dia e é o maior dos mercados financeiros, mas é pouco regulado, diz o jornal The New York Times.

Como funciona a taxa?
    Os preços no mercado cambial internacional (o forex) mudam tão rapidamente, de acordo com a demanda e a oferta por cada moeda, que é difícil estabelecer uma taxa de troca para moedas específicas em um determinado momento. Para ajudar empresas e investidores a avaliar o valor de seus ativos e dívidas em diferentes moedas, determina-se uma taxa cambial diária.

    Essa taxa se baseava, até recentemente, nos acordos cambiais feitos durante uma breve janela: de 30 segundos antes e 30 segundos depois das 16h no horário de Londres.

    É muito importante que essa informação seja precisa e obtida de modo correto, já que a taxa derivada dela vai balizar muitas transações financeiras.

    Em um dos esquemas ilegais, um único trader acumulava uma posição (de compra ou venda) em uma única moeda e, pouco antes dos 30 segundos, saía dessa posição, alterando a taxa. Outros membros do cartel, cientes do esquema, planejavam suas negociações com base nele.

    Em novembro passado, reguladores anunciaram que traders do mercado cambial de cinco grandes bancos passaram anos fazendo manipulações do tipo.

    Em salas de chat online com nomes sugestivos, como "O Clube dos Bandidos", "O Cartel e A Máfia", os negociadores faziam grandes operações de compra ou venda com o objetivo de distorcer a taxa diária.

    E o esquema ocorreu justamente no período pós-crise financeira global, quando os bancos deveriam estar "limpando a casa".

    A secretária de Justiça dos EUA, Loretta Lynch, disse que "quase todos os dias" ao longo de cinco anos, desde 2007, traders usaram chats eletrônicos privados para manipular taxas cambiais.

    Suas ações prejudicaram "um número incontável de consumidores, investidores e instituições ao redor do mundo", disse ela."O Departamento de Justiça não hesitará em acusar criminalmente instituições financeiras que recaírem no crime. Os bancos que não se regularizarem precisam entender: (a lei) será aplicada."

'Valores'
    A maior multa, de US$ 2,4 bilhões, recairá sobre o Barclays, que, ao contrário dos outros bancos, não participou das investigações promovidas em novembro por autoridades britânicas, americanas e suíças. Como parte do acordo, o banco britânico também terá de demitir oito funcionários envolvidos na manipulação.

    O executivo-chefe do Barclays, Antony Jenkins, disse que "a má conduta no cerne dessas investigações é totalmente incompatível com os propósitos e valores do Barclays e lamentamos profundamente que tenham ocorrido".

    No banco RBS, o executivo-chefe Ross McEwan disse que a admissão de culpa da instituição "é mais um duro lembrete de como este banco perdeu seu caminho e de como é importante que recuperemos a confiança."

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Edição 47