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A origem do Dia dos Namorados no Brasil e do “Valentine’s Day” nos Estados Unidos


Leia o artigo de João Carlos José Martinelli:
    Comemora-se a 12 de junho no Brasil o Dia dos Namorados. Trata-se de uma celebração internacional, já que é festejada nos Estados Unidos e Europa, porém em datas diferentes, sob a denominação de “Valentine’s Day”. Ocorre que em Roma, na Itália, no ano 270 a C., um bispo chamado Valentino unia secretamente os apaixonados, contrariando a ordem do imperador Claudius, que não queria que os homens se casassem, porque depois nenhum gostaria de ir à guerra, preferindo ficar com a esposa.

    Assim, o soberano ordenou que o religioso morresse e enquanto estava na cadeia, esperando seu fim, a filha do carcereiro, que era cega, apaixonou-se por ele. Misteriosamente, ela voltou a enxergar, mas Valentino foi executado no dia 14 de junho e a partir daí, em sua homenagem, foi criada essa data solene.

    Numa história ligada a criatividade e ao comércio, a comemoração brasileira surgiu   em 1948, por iniciativa da loja “Exposição Cliper” e consagra outra figura santificada. Trata-se de Santo Antonio, cuja fama de casamenteiro é bastante divulgada, bem como a de que ajudava as moças pobres a formarem seus dotes para conseguirem se casar. Entretanto, o que efetivamente contribuiu à concepção brasileira foi o empenho dos comerciantes, que tinham no mês de junho um período de baixas vendas e acreditaram que seria lucrativa a ideia de estimular a troca de presentes entre os que se amam.

    E desta forma, o dia doze deste mês passou a se revelar na terceira data comemorativa mais rentável superada apenas pelo Natal e pelo Dia das Mães. Apesar do seu forte apelo consumista, prevalecem nesta ocasião momentos de flagrante romantismo e de juras de amor, circunstâncias benéficas a qualquer relacionamento. Talvez por isso, nesses mais de quarenta anos que escrevo para jornais, um dos assuntos que mais me fascinam é o namoro, algo extremamente importante, especialmente na vida dos jovens, que estão começando a trilhar os caminhos do amor e a descobrir os encantos e as decepções dessa tão antiga e sempre maravilhosa forma de entrosamento entre dois seres. É por isso que reitero aqui alguns aspectos desta forma de relacionamento.

    Com efeito, os namorados buscam determinados rumos para encontrarem a estrada definitiva que os levem a uma união profundamente séria, razão pela qual, necessitam de uma preparação que os conduza a concretizá-lo, cientes de sua importância como instituição legal e como sacramento religioso. Trata-se de uma fase que se revela num esforço visando alcançar a afeição de um ente especial; na condição de duas pessoas se conhecerem melhor e aprimorarem sua aptidão de amar; na procura de uma companhia exclusiva e no aprendizado para uma permanente vida a dois.

    Nesta trilha, o consagrado psicoterapeuta de adolescentes, Içami Tiba, destacou tal circunstância:- “Namorar é fundamental. O jovem está deixando seu núcleo familiar em busca de seus próprios valores e interesses. Isso inclui, entre outras, a escolha da pessoa com quem irá conviver para o resto da vida. Como o namoro nada mais é do que tentativas de relacionamentos que, através de acertos e erros, vão ajudando nessa escolha, é melhor que se namore e ‘desnamore’ muitas vezes, do que, mais tarde, se case e descase”(in “Família Cristã”- 06/92- p. 50).

    A verdadeira e completa harmonia se vislumbra quando abandonando o egoísmo, um par se abre plenamente um ao outro. Diante desses aspectos, namorar é uma necessidade, que pressupõe retidão, afim de que os pares se conheçam bem, ajudem-se mutuamente a enfrentarem os desafios em geral, com firmeza de fé e confiança em Deus, para que no futuro, juntos, pautem a aliança entre si no envolvimento, na doação e no conhecimento pleno dos direitos e deveres que geram os institutos do casamento e da união estável (fidelidade; vida em comum no domicílio conjugal; mútua assistência; sustento, guarda e educação de filhos, respeito e consideração recíproca.

    Além do que, os filhos nunca poderão ser vítimas da ausência de amadurecimento, de serenidade e de responsabilidade de seus pais, mas deverão se sentir como frutos do amor verdadeiro e da seriedade na relação destes, consolidada no conhecimento e veneração mútuos.
 

     
João Carlos José Martinelli é advogado, jornalista, escritor e professor universitário
(martinelliadv@hotmail.com)
Fonte: http://solpaz.blogs.sapo.pt/

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Edição 47