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Na Bolívia, Papa Francisco volta a falar sobre descarte e exclusão social


    Brasília, CNBB/NewsVa - Na quarta-feira, 8, o papa despediu-se do Equador e chegou à Bolívia, segunda parada de sua viagem pela América-latina, que teve início dia 6. Como a capital boliviana, La Paz, está a 3.600 metros de altitude, o pontífice permaneceu por poucas horas na cidade a fim de não comprometer sua saúde. Francisco chegou ao aeroporto de El Alto, cidade vizinha de La Paz, e foi recebido pelo presidente Evo Morales. No aeroporto, o papa dirigiu-se aos milhares de presentes e falou novamente sobre a cultura do descarte e da exclusão social, dois temas que têm usado constantemente nesta viagem à América do Sul.




Ao recordar que a Constituição bolivariana reconhece os direitos dos indivíduos, das minorias e do meio ambiente, o pontífice afirmou que a Bolívia tem dado passos importantes na inclusão de amplos setores na vida econômica, social e política do país. “Tudo isto requer um espírito de cooperação dos cidadãos, de diálogo e participação dos indivíduos e dos atores sociais nas questões de interesse comum. O progresso integral de um povo inclui o crescimento em valores das pessoas e a convergência em ideais comuns que consigam unir vontades, sem excluir nem rejeitar ninguém”, declarou.

    Francisco advertiu que o crescimento deve levar em consideração o ser humano em sua condição integral, pois “se o crescimento for apenas material, corre-se sempre o risco de voltar a criar novas diferenças, de a abundância de uns ser construída sobre a escassez de outros. Por isso, além da transparência institucional, a coesão social requer um esforço na educação dos cidadãos”.

    O papa usou a expressão “cultura da memória” para falar sobre o cuidado “com os que são descartados por tantos interesses colocados na vida econômica e no deus dinheiro”. “São descartadas as crianças e jovens que são o futuro do país, e os idosos que são a memória. Por isso, devemos cuidar e protegê-los, porque são nosso futuro”, pediu.

    Segundo Francisco, “a Igreja opta por gerar este cuidado com uma ‘cultura da memória’ que garanta aos idosos não só a qualidade de vida em seus últimos anos, mas calor e carinho, como bem expressa a Constituição deste país”.

Padre Espinal
    Após a cerimônia de boas-vindas, o papa parou brevemente junto ao lugar do assassinato do padre Luís Espinal, sacerdote jesuíta que participou de lutas sociais na época da ditadura e fez greve de fome em 1977 junto às famílias dos mineiros por 19 dias. Lá, Francisco o recordou “como um irmão, vítima dos interesses que não queriam vê-lo lutar pela liberdade”. Ele ainda lembrou que padre Espinal pregava o Evangelho, que leva à liberdade e que faz livre. "O Evangelho perturbava e por isso o assassinaram”, acrescentou.

Encontro com autoridades
    Logo após, Francisco foi até o palácio presidencial para uma visita de cortesia ao presidente Evo Morales. Em seguida, encontrou-se com autoridades do país na Catedral de La Paz e afirmou que os presentes compartilham a vocação de trabalhar pelo bem comum.

    Ao exemplificar a beleza natural e arquitetônica da cidade, Francisco recordou a Encíclica Laudato Si’ e disse que o ambiente natural e o ambiente social, político e econômico estão intimamente relacionados. "Isto impõem-nos estabelecer as bases de uma ecologia integral”, disse.

    Segundo o pontífice, uma política dominada pela especulação financeira não pode compreender, muito menos resolver, os grandes problemas que afetam a humanidade atualmente. “É necessária uma educação ética e moral, que cultive atitudes de solidariedade e corresponsabilidade entre as pessoas”, salientou. Ele aproveitou a ocasião para advertir que “não se deve habituar ao ambiente da desigualdade, confundindo o bem comum com o bem-estar”.

    De forma especial, o papa sublinhou o papel da família, ameaçada por problemas sociais e “pseudo-soluções”. Ele abordou ainda a diplomacia, referindo-se à questão das reclamações bolivarianas contra o Chile, para acesso ao mar. Francisco considerou ser necessário diálogo, para evitar conflitos entre povos irmãos. "Devemos construir pontes, em vez de erguer muros", disse.

    Francisco disse, ainda, que a Bolívia vive um momento histórico. “A política, o mundo da cultura e as religiões fazem parte deste estupendo desafio da unidade. Nesta terra, onde a exploração, a ganância e variados egoísmos e perspectivas sectárias ensombraram a sua história, hoje pode ser o tempo da integração”, sugeriu.

Com informações e fotografia do News.va

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Edição 47