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Papa Francisco discursa na 70ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU)


    Brasília, CNBB - Diante de 170 chefes de estado do mundo todo, o papa Francisco afirmou, na manhã de ontem, que os problemas ambientais ampliam a pobreza e a desigualdade no planeta, ao discursar na 70ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Um dia após tocar em assuntos delicados no Congresso dos Estados Unidos, como a pena de morte e a comunidade imigrante, Francisco baseou seu discurso na encíclica Laudato Si’, reforçando dois direitos: o direito à existência da natureza e os direitos da pessoa humana.


    “Qualquer dano ao meio ambiente é um dano à humanidade. O abuso e a destruição do meio ambiente aparecem associados com um processo ininterrupto de exclusão. Na verdade, uma ambição egoísta e ilimitada de poder de bem-estar material leva tanto a abusar dos meios materiais disponíveis, como a excluir os fracos e os menos hábeis. A exclusão econômica e social é uma negação total da fraternidade humana e um atentado gravíssimo aos direitos humanos e ao ambiente”, classificou.

    Segundo o papa, cabe às agências financeiras internacionais promover a sustentabilidade na cadeia produtiva, evitando sistemas de “empréstimos opressivos” que geram mais “pobreza, exclusão e dependência”.

    Ao abordar a teoria do descarte, já denunciada por ele em outras ocasiões, Francisco recordou que os mais pobres são os que mais sofrem esses ataques. “São descartados pela sociedade, ao mesmo tempo são obrigados a viver de desperdícios, e devem sofrer injustamente as consequências do abuso do ambiente. Estes fenômenos constituem, hoje, a cultura do descarte, tão difundida e inconscientemente consolidada”, lamentou.

    O pontífice disse que diante deste cenário, assume também sua grave responsabilidade, e levanta sua voz em conjunto com a de “todos os que aspiram por soluções urgentes e eficazes”, apontando a adoção da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e a Conferência de Paris sobre as alterações climáticas, como sinais de esperanças. A Agenda 2030 começa a ser debatida pela Assembleia da ONU a partir de hoje, 25.

    Entretanto, o pontífice adverte que os compromissos solenemente assumidos não são suficientes, “mesmo se constituem um passo necessário para a solução dos problemas”. “O mundo pede vivamente a todos os governantes uma vontade efetiva, prática, constante, feita de passos concretos e medidas imediatas, para preservar e melhorar o ambiente natural e superar mais rapidamente possível o fenômeno da exclusão social e econômica, com suas tristes consequências como o tráfico de seres humanos, tráfico de órgãos e tecidos, exploração sexual, trabalho escravo, terrorismo e criminalidade”, afirmou.

Guerra
    O papa voltou a apelar por uma solução pacífica de conflitos, principalmente nas regiões da Ucrânia, Síria, Iraque, Líbia, Sudão do Sul e região dos Grandes Lagos. “Antes dos interesses, existem rostos concretos. Nas guerras e conflitos, existem pessoas, irmãos e irmãs, que choram, sofrem e morrem. Seres humanos que se tornam material de descarte, enquanto nada mais se faz senão enumerar problemas, estratégias e discussões”, lembrou.

    Segundo Francisco, a guerra é a negação de todos os direitos e uma agressão dramática ao meio ambiente. Para ele, a experiência destes 70 anos de existência das Nações Unidas demonstra tanto a eficácia da plena aplicação das normas internacionais, como a ineficácia da sua inobservância. “Se respeitada, a Carta das Nações Unidas produz paz. Mas se aplicada quando convém, abre-se uma verdadeira ‘caixa de Pandora’ com forças incontroláveis, que prejudicam seriamente as populações inermes, o ambiente cultural e também o ambiente biológico”, defendeu.

    Mesmo elogiando o trabalho desenvolvido pela ONU ao longo dos anos, o pontífice acredita que ainda há muito a ser feito. “O tempo presente convida-nos a privilegiar ações que possam gerar novos dinamismos na sociedade e frutifiquem em acontecimentos históricos importantes e positivos. Não podemos permitir-nos o adiamento de ‘algumas agendas’ para o futuro. O futuro exige-nos decisões críticas e globais face aos conflitos mundiais que aumentam o número dos excluídos e necessitados”, concluiu seu apelo.

Com informações da Rádio Vaticano

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Edição 47