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As lições de um grande benfeitor: Sebastião Marques Carnot (Kim) *3/5/1933 - †4/7/2015


“No fundo de cada olhar, há sempre uma história a ser valorizada. No fundo de cada história, há sempre um coração a sentir. No fundo de cada coração, há sempre sabedoria para preservar. No fundo de cada sabedoria, há uma alma a viver. E, finalmente, no fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir.” (Rodrigo Antonio Móvio – advogado)

    Sebastião Marques Carnot, conhecido popularmente como Kim, nasceu no dia 3 de maio de 1933, na cidade de Assis, Estado de São Paulo. Foi o terceiro num total de cinco irmãos. Filho de Olavo Carnot, um autônomo. Sua mãe, Josephina Sabina de Campos era dona-de-casa.

    A vida de Sebastião (Kim) foi de lutas e vitórias suadas. Casou-se em 4 de maio de 1957 com Jeni Miola Carnot. Desse casamento, nasceram Fatima Aparecida Carnot e William Benedito Carnot. Deixou genro Pedro Móvio e nora Joseane Rodrigues Carnot; netos Orivaldo Rodrigues Carnot (casado com Luana Jann Carnot); Rodrigo Antonio Móvio, Érika Aparecida Móvio Gimenez, Priscila de La Torre Carnot e Stéfanie de La Torre Carnot e Rodolfo Morilha Gimenez. Por fim, deixou três bisnetos: Matheus Jann Carnot, Pedro Móvio Gimenez e Heitor Móvio Gimenez.

    Desde muito cedo, Kim presenciou uma das maiores dores do ser humano, ao perder sua mãe com seis anos de idade. Aos dez anos, na exuberância da infância, sua vida espiritual deu um rumo. Brincando com crianças nas ruas de Assis, uma lata bateu em sua perna, na qual abriu uma grande ferida. Várias foram as tentativas de cicatrizar, mas tudo em vão. Foi quando sua tia-materna Benica Campos, em um ato de fé e espiritualidade, fez uma promessa junto a Nossa Senhora Aparecida, para que intercedesse junto a Deus pela Graça de curar a ferida. A ferida cicatrizou rapidamente. Desde então, Kim tornou-se um dos devotos da Padroeira do Brasil. Todos os anos, apesar da promessa já ter sido cumprida, não deixou de ir à cidade de Aparecida/SP durante várias décadas.

    Aos 12 anos começou a trabalhar. No início dos anos 50 veio para Londrina jogar futebol pela Retificadora Nakashi Ltda. Trabalhava como varredor e aos poucos foi subindo na empresa, até chegar a supervisor. Para chegar ao cargo, Sebastião “vestiu” a camisa da empresa, sempre viajando para buscar clientes. Além da paixão pelo trabalho, Sebastião gostava de futebol. Um palmeirense de coração, ele jogou por vários times amadores de Londrina e região, entre eles: São Paulo, Londrina, Nacional de Rolândia entre outros. Na política, ajudou a fundar o PFL (Partido da Frente Liberal, hoje, Democratas).

    Durante seus 82 anos de vida, Sebastião (Kim) mostrou o verdadeiro sentido da palavra cristão. Mas, em duas situações se destacam: Em uma visita à Aparecida, ao entrar de joelho na Igreja antiga, encontrou um maço de dinheiro enrolado. Após terminar a oração, ele pegou e foi levar para o padre, pois poderia ser de um romeiro necessitado;

    Por fim, o gesto mais nobre de um Cristão. Quando trabalhava pela Retificadora Nakashi, um mendigo pediu água. Sebastião, com piedade àquela pessoa, perguntou se queria trabalhar. O pobre disse que “sim”, mas não tinha condições e nem casa. Foi quando Sebastião (Kim), num gesto de nobreza da alma, levou o pobre homem pra se arrumar. Depois, foi até o Cartório de Registro de Imóveis de Londrina, para passar um pequeno imóvel localizado na Vila Casone no nome do homem, pra que este tivesse um domicílio para poder arrumar os documentos. Esse homem começou a trabalhar com carteira assinada, conseguindo aposentar, formar família e filhos.

    Em 1980, após 26 anos de profissão, Sebastião foi obrigado a se aposentar e sair da Retificadora Nakashi. Sebastião não parou. Trabalhou ainda na Retificadora Metrópole por quatorze anos.

    Depois de uma grave enfermidade em 2012, que prejudicou sua locomoção, morreu consciente, após um mês internado por complicações da circulação e infecção hospitalar aos 82 anos, em 4 de julho de 2015, Mas antes de sua morte, deixou aprendizados ao pedir perdão a Deus, a Jesus, a Nossa Senhora Aparecida e a todos que estavam presentes, pelos pecados conscientes e inconscientes que praticou. Além disso, ensinou que não importa a profissão e o mundo, mas sim, em ser honesto e sempre ter o nome “limpo” na vida.

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Edição 47