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Em Uganda, Papa Francisco diz que catequistas são mais que professores


    Vaticano, RV - Após o encontro com as autoridades de Uganda e com o Corpo Diplomático, o Papa Francisco dirigiu-se à Munyonyo, distante 38 km de Entebe, para o encontro com os catequistas. No local foram mortos, por ordem do Rei Mwanga, os primeiros quatro mártires ugandenses (25 e 26 de maio 1886), entre os quais Santo André Kaggwa, Padroeiro dos catequistas. No encontro festivo com o Santo Padre estavam presentes catequistas e representantes dos professores e do Conselho Nacional Ugandense de Leigos, à luz do papel fundamental desempenhado pelos fieis leigos na evangelização do país.


    O Santo Padre foi acolhido na proximidade do Adro pelo Superior dos Franciscanos Conventuais - responsáveis pelo Santuário -  que o apresentou ao Superior Provincial acompanhado por cinco líderes da Comunidade de Munyonyo. O Papa então seguiu até a entrada da igreja onde abençoou a pedra da nova igreja, para então dirigir-se ao palco para uma breve saudação aos catequistas.

    Francisco agradeceu aos catequistas, verdadeiros “mestres” dados por Jesus à sua Igreja para edificar o Corpo inteiro na fé e no amor e que têm “parte relevante na missão de levar a Boa Nova a todas as aldeias e lugares do vosso país”. “Ensinais o que Jesus ensinou, instruís os adultos e ajudais os pais a fazer crescer os seus filhos na fé e, a todos, levais a alegria e a esperança da vida eterna”, disse o Papa. “Obrigado especialmente por ensinardes as crianças e os jovens a rezar”.

    Ao reconhecer que o trabalho dos catequistas, mesmo sendo gratificante “não é fácil”, o Papa encorajou-os a perseverar, “pedindo aos vossos bispos e sacerdotes que vos ajudem com uma formação doutrinal, espiritual e pastoral capaz de vos tornar mais eficazes na vossa ação. Mesmo quando a tarefa se apresenta gravosa, os recursos pouquíssimos e os obstáculos enormes, far-vos-á bem lembrar que o vosso é um trabalho santo”.

    O Papa recorda a presença constante do Espírito Santo, “onde o nome de Jesus é proclamado”, sendo ele o responsável em dar a luz e a força de que os catequistas precisam, e destaca a importância do exemplo: “A mensagem, que transmitis, enraizar-se-á tanto mais profundamente no coração das pessoas quanto mais fordes não só mestres, mas também testemunhas. Que o vosso exemplo faça ver a todos a beleza da oração, o poder da misericórdia e do perdão, a alegria de partilhar a Eucaristia com todos os irmãos e irmãs”.

    O Papa recorda o papel fundamental dos mártires no crescimento da comunidade cristã em Uganda: “Eles deram testemunho da verdade que nos liberta; estavam prontos a derramar o seu sangue, para permanecer fiéis àquilo que sabiam ser bom, belo e verdadeiro. Estamos hoje aqui em Munyonyo, no lugar onde o Rei Mwanga decidiu eliminar os seguidores de Cristo. Mas o seu objetivo faliu, tal como o Rei Herodes não conseguiu matar Jesus. A luz brilhou nas trevas, e as trevas não prevaleceram (cf. Jo 1, 5). Depois de ter visto o corajoso testemunho de Santo André Kaggwa e seus companheiros, os cristãos do Uganda tornaram-se ainda mais convictos das promessas de Cristo”.

    Ao concluir, o Papa pediu que pela intercessão de Santo André, padroeiro dos catequistas e de todos os catequistas mártires ugandenses, os catequistas “obtenham a graça de serdes mestres sábios, homens e mulheres cujas palavras sejam cheias de graça, dando testemunho convincente do esplendor da verdade de Deus e da alegria de Evangelho. Ide sem medo por cada cidade e aldeia deste país espalhar a boa semente da Palavra de Deus e tende confiança na sua promessa de que voltareis, em festa, carregando os feixes duma seara abundante”. Omukama Abawe Omukisa! [Deus vos abençoe!]

    Antes de deixar o Santuário, o Papa Francisco abençoou uma escultura de Santo André, no local onde foi martirizado.

    Os catequistas sempre constituíram uma força vital na Igreja em Uganda, marcada por muitos testemunhos de martírios. Os catequistas – de fato – reúnem-se a cada ano na área do Santuário de Munyonyo, onde é preparado o terreno para a construção de uma nova igreja com capacidade para cinco mil pessoas. (JE)

Foto: Reuters 

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Edição 47