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Inércia: o custo de não decidir, de não fazer e de não agir é muito mais alto


Leia o artigo de Cinthya Nunes Vieira da Silva:
         Com o passar do tempo, conforme vamos adquirindo experiência de vida, algumas coisas vão ficando mais claras e, se temos um pouco de sorte e preparo, vai se tornando possível entender um pouco mais sobre o que nos afeta. Particularmente, tenho percebido isso em relação a várias situações em minha vida e, na medida do possível, busco aprender e transmitir lições que o tempo nos apresenta.

            Assim, embora eu sempre tenha escutado que o primeiro passo de uma caminhada é sempre o mais difícil, isso soava aos meus ouvidos jovens como algo abstrato e estranhamente óbvio. Hoje, ao contrário, compreendo o quanto isso é verdadeiro e o quanto saber disso pode fazer a diferença. Nada mais complicado do que vencer a inércia, sobretudo porque, no mais das vezes, a inércia é o resultado da nossa falta de coragem e/ou de vontade.

            É fácil constatar isso na prática. Por exemplo, é muito comum observarmos que gente que não faz nada quer mais é continuar assim e, no mais das vezes, tem um milhão de desculpas para permanecer assim, pois vencer a inércia, a curto prazo, traduz-se em zona de conforto. Ações requerem energia, coragem, audácia e outras tantas privações, enfrentamentos ou mudanças. A médio e longo prazo, contudo, o custo de não decidir, de não fazer, de não agir é muito mais alto do que se pensa.

            Acordei hoje pensando em quanto a inércia nos aprisiona. Conheço pessoas que tem muito potencial, mas que vivem infelizes, incapazes de uma reação positiva que seja. Tais pessoas poderiam ser mais felizes, poderiam realizar muitas coisas, mas ficam paradas, estáticas, prisioneiras da inércia, sem coragem para dar o primeiro passo, seja deixar o ninho dos pais, seja desistir de um relacionamento falido, seja procurar um emprego ou superar uma perda, entre tantos enfrentamentos próprios da existência humana.

            Nas pequenas coisas cotidianas a inércia também nos limita. Quantas vezes deixamos para amanhã para começar a praticar exercícios, a comer melhor? Outras vezes, é o estudo que acabamos deixando para depois, o armário que não arrumamos nunca e nem nos damos conta de que tudo depende de uma coisa muito simples... Na prática, aprendi que depende mais da primeira gaveta do que da última, mais da primeira refeição do que da definição do cardápio da semana, assim como o primeiro passo nos enche de adrenalina para que o restante da caminhada nos dê prazer.

            Passamos a vida esquecidos de que não nascemos prontos, mas que vamos nos formando durante toda nossa existência e que não há árvore sem semente, tampouco oceano sem cada uma das gotas que o compõem.

           É preciso vencer a inércia que nos transforma em pessoas amargas, incapazes de sermos o que nossa totalidade nos permite, frustrados com um futuro que julgamos ser responsabilidade do Divino ou alheia apenas, mas que, em muitas partes, é toda nossa...

Cinthya Nunes Vieira da Silva - Advogada, mestra em Direito, professora universitária e escritora - São Paulo.

Fonte: http://solpaz.blogs.sapo.pt/

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Edição 47