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É preciso investir nos grandes valores éticos e morais: a família, a religião e a educação cívica


Leia o artigo de João Carlos José Martinelli
    Não bastam somente as soluções paliativas, como as seringas descartáveis, o uso de preservativos e o pretenso sexo seguro, para que o problema da AIDS seja resolvido. A sólida educação preventiva para uma melhor qualidade de vida, o apoio a programas educativos que ajudem a impedir a difusão da doença e a observância de aspectos éticos são algumas das medidas  a serem tomadas.

           Celebramos ontem o Dia Mundial de Luta contra a AIDS, uma data de suma relevância para que a sociedade se conscientize da grave situação provocada pela moléstia e das formas de evita-la, já que os dados recentes são impressionantes, tanto pelo número de óbitos, como pelo acréscimo do registro de casos em todos os países, mesmo tendo diminuído consideravelmente. Acredita-se que existam aproximadamente trinta e oito milhões de vítimas da epidemia no mundo.

            Assim, apesar das fortunas gastas com propaganda e compras de preservativos pelos governos de inúmeras nações (inclusive nos chamados países em desenvolvimento), não se detém o avanço da doença. E continuamos afirmando que o principal motivo, que precisa ser amplamente debatido, é o aviltamento do sexo, responsável direto por uma perigosa promiscuidade que vem atingindo adolescentes, jovens e adultos. Há alguns meses atrás, as declarações do cardeal Trujilho, de que os preservativos não excluíam a propagação do mal, ganhou grande repercussão e gerou inúmeras polêmicas. Entretanto, seus argumentos se lastrearam em pesquisas realizadas pela agência federal de saúde do governo dos EUA, cujo nome é CDC (Center for Diseases Control), que depois de uma longos estudos efetuados em parceria com a FDA (Food and Drug Administration), com o NIH (National Institude of Health) e com a Usaid (United States Agency  for International Development), chegou à seguinte conclusão:

            “O meio mais seguro de evitar a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis é a abstinência sexual ou a fidelidade a um relacionamento monogâmico em que o casal tenha realizado testes cujo resultado é negativo. Para as pessoas cujo comportamento sexual as coloca em situação de risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis, o uso correto e efetivo do preservativo masculino de látex pode reduzir, mas não eliminar, o risco de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis. Contudo nenhum meio de proteção é 100% eficaz, e o uso do preservativo pode não garantir proteção absoluta contra doenças sexualmente transmissíveis”.

        Invoquemos aqui Francesco Scavolini: “Na verdade, o que está errado é a mentalidade materialista que parece dominar a sociedade e que prega o uso da sexualidade como bem descartável. Se continuar prevalecendo essa mentalidade, nunca conseguiremos derrotar a Aids. Para vencer a Aids, é preciso e urgente voltar a “investir” nos grandes valores éticos e morais: a família, a educação  cívica, a responsabilidade para com o bem comum e a religião”.(Folha de São Paulo-22.12.2003-A3).

          A doença, portanto, não deve ser encarada só como problema biomédico, mas também como reflexo de uma sociedade doente, onde existe a cultura da morte, cujos sinais são o narcotráfico, o violência, a miséria, a marginalização, a destruição do meio ambiente e a sexualidade comercializada e reduzida a genitalidade, desvinculada da educação para o amor, para o respeito à própria vida e à dos outros.

       Assim, reitere-se neste espaço que a proteção dos valores morais, sem os quais a sociedade entra em decomposição, é um ato de legítima defesa social, devendo-se combater a doença de todas as formas possíveis, mas não se olvidar da questão da preparação e formação, para que o sexo se realize com informação, conhecimento, responsabilidade, embasamento religioso e espiritual.

João Carlos José Martinelli é advogado, jornalista, escritor e professor universitário. É presidente da Academia Jundiaiense de Letras (martinelliadv@hotmail.com)

Fonte: http://solpaz.blogs.sapo.pt/

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Edição 47