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“Acordos de Paz” na Colômbia entre Governo e FARC. Quem acredita?


Leia o artigo de Hélio Dias Viana
     Existe uma imensa e bem orquestrada campanha, tanto no interior da Colômbia quanto no exterior, no sentido de remanejar as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), levando-as do fundo das selvas para os centros urbanos. Mais precisamente, para o centro do Poder, o que equivaleria a entregar o país ao comunismo. Tal campanha - em favor dos “Acordos de Paz” que se realizam em Havana - conta com o apoio irrestrito dos EUA, da União Europeia, do Brasil, bem como da maioria dos países considerados democráticos, pois aqueles que não o são têm obviamente sobre a matéria a mesma posição dos anfitriões cubanos.


    Conta ainda com o inestimável apoio entre todos - o da Igreja -, quer em âmbito local, através da Conferência Episcopal, quer do próprio Vaticano, tendo o Papa Francisco declarado mais de uma vez o seu interesse pelo êxito desses “Acordos”…

    Essa campanha só não tem o apoio dos colombianos, cujas famílias e instituições sofrem há várias décadas com a violência da narcoguerrilha marxista e sabem muito bem que as promessas desta, agora como no passado, valem indizivelmente menos que as de qualquer político demagogo em campanha eleitoral. Portanto, que tais “Acordos de Paz” não passam de um engodo, pois a mentira é a arma predileta e mais letal do comunismo.

    Um breve resumo desta posição sensata da opinião pública colombiana é o artigo que a seguir reproduzimos, no qual o autor - que é diretor do jornal que o reproduz, ex-senador e ex-ministro de Estado - convida seus compatriotas a dizerem “NÃO” no plebiscito que presumivelmente se realizará no primeiro semestre de 2016 para auscultar a opinião dos colombianos. Nele estão enumerados diversos pontos que se deseja conceder à guerrilha, os quais devem ser peremptoriamente rejeitados. Que seu apelo seja ouvido!


NÃO QUERO

Juan Gómez Martínez

“El Colombiano”, Medellín, 10-12-2015
Quero a paz para a Colômbia como a queremos todos os colombianos.
Quero a paz, mas não quero uma paz em que a guerrilha tenha territórios independentes.

Quero a paz, mas não quero uma guerrilha que conserve as armas com as quais assassinou tantos colombianos e não entregue essas armas às autoridades legítimas.

Quero a paz, mas não quero uma paz com guerrilheiros participando nos corpos colegiados [Congresso Nacional, Assembleias Legislativas, Câmara Municipais, Prefeituras] sem se submeterem a votações para ganhar essas cadeiras.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que assassinaram tantos colombianos não paguem um só dia de cárcere e gozem de plena liberdade em trabalhos sociais para lhes dar a possibilidade de ganhar adeptos.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que semearam minas antipessoais gozem de liberdade enquanto mais minas continuam matando colombianos e os que não as semearam sejam os que tenham que desativá-las.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que recrutam crianças para a guerra não paguem por esses crimes de lesa humanidade.

QUERO A PAZ, MAS NÃO QUERO QUE AQUELES QUE VIOLARAM MOÇAS SEQUESTRADAS E INDEFESAS [e em seguida as abortaram – ndt] NÃO PAGUEM NENHUMA PENA.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que envenenam a juventude do mundo com a droga não recebam nenhuma sanção.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que acabaram com a selva colombiana para plantar coca e amapola não recebam nenhum castigo.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que acabaram com a flora e a fauna colombiana para o plantio de plantas proibidas não sejam sancionados.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que contaminam as águas sigam fazendo-o com plena liberdade.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que assassinaram a sangue frio os deputados do [departamento do] Valle não recebem nenhum castigo.

Quero a paz, mas não quero que se violem a Constituição e as leis para dar plena liberdade e premiar aqueles que cometeram delitos de lesa humanidade e crimes de guerra.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que assassinaram o povo na igreja de Bojaya não paguem por esse crime.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que assassinaram o povo colombiano e destruíram aldeias com botijões-bomba sejam premiados com a liberdade.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que sequestraram gente com os chamados pedágios ilegais nas estradas continuem fazendo das suas.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que assassinaram inocentes no Clube El Nogal gozem de liberdade sem reparar seus delitos.

Quero a paz, mas não quero que aqueles que atentaram contra o jornalismo colombiano – caso de Fernando Londoño entre muitos – continuem desfrutando da liberdade sem pagar um só dia de cárcere.

Por todo o anterior, apesar de como todos os colombianos querer a paz, votarei NÃO quando me perguntarem no plebiscito se eu quero a paz concedendo tudo à guerrilha.

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

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Edição 47