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54ª Assembleia Geral da CNBB: os desafios da Ação Evangelizadora na Amazônia Legal



    Aparecida, CNBB - “Temos motivos religiosos e éticos para cuidar do planeta. A Igreja deve ser uma das grandes estimuladoras dessa luta de proteção ao meio ambiente”, disse o arcebispo emérito de São Paulo (SP) e presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia da CNBB, cardeal Cláudio Hummes, em entrevista coletiva à imprensa, na sexta-feira, 8 de abril. No terceiro dia da 54ª Assembleia Geral da CNBB, dom Cláudio apresentou aos jornalistas os desafios e metas da Ação Evangelizadora na Amazônia Legal. De acordo com o arcebispo, todo o trabalho desenvolvido pela Comissão para a Amazônia e Rede Eclesial Pan-amazônica (Repam) tem por objetivo sensibilizar a Igreja e a sociedade sobre a realidade vivida pelos povos daquela região.



Desafios da evangelização
“Na Amazônia ainda vemos uma vida muita sacrificada. Por falta de missionários não conseguimos dar a atenção necessária aos povos que ali vivem. Por isso, temos necessidade de uma ‘Igreja com rosto Amazônica’, como nos pede o papa Francisco. Assim, devolver aos indígenas o protagonismo de sua cultura e fé”, explicou dom Cláudio Hummes.

O cardeal Hummes pontuou diversos desafios existentes na região Amazônica, entre eles a pobreza local e crescente urbanização. Em recente visita às dioceses e prelazias da Amazônia, constatou a falta de condições mínimas de saúde e qualidade de vida, como por exemplo na Ilha de Marajó.

“A pobreza no local e a impunidade são situações que afligem a população da Amazônia. Não existe polícia que faça a vigilância e proteção dessas famílias. Outro crime intolerável é o abuso sexual de crianças. Não podemos permitir que isso continue sem punição”, alertou dom Cláudio.

    Para o cardeal, é urgente atuação do poder público estadual e federal, a fim de evitar o agravamento dessa situação de pobreza, miséria, desemprego e abuso de menores”. Segundo dom Cláudio, todas essas situações precárias da região, contribuem para modelo econômico de exploração desenvolvimentista e exploração do meio ambiente.

    A falta de condições locais afasta a população, contribuindo para o êxodo das famílias indígenas que sentem-se maltratadas e descuidadas pela sociedade civil.

Cuidar da vida
    O cardeal chamou atenção para o cuidado com a Amazônia, “o pulmão do planeta”. Recordou que o papa Francisco, na encíclica do Laudato Sí, destaca a importância da vida na Amazônia, além do cuidado com as matas e a biodiversidade.

    Dom Cláudio falou, ainda, dos resultados da 21ª Conferência do Clima (COP 21) realizada em dezembro de 2015, em Paris. Lideranças mundiais aprovaram acordo, entre países, para diminuir a emissão de gases de efeito estufa, reduzindo significativamente o aquecimento e o aumento da temperatura global em 2ºC.

    “O acordo conseguido na COP foi muito importante, também, para os trabalhos que estamos desenvolvendo na Amazônia. Esse século será decisivo para salvar o Planeta e a Igreja tem papel importante em todo esse processo”, afirmou.

    O cardeal disse ser necessário refletir sobre o significado da crise climática que envolve o mundo. “É preciso questionar sobre isso. Estamos muito distantes de uma sociedade que atue de forma preventiva em todos os aspectos, principalmente em relação à poluição da atmosfera por meio do gás carbônico”, acrescentou.

    Ao final, dom Cláudio lembrou que durante a COP21 houve alerta sobre o efeito estufa, podendo ser irreversível. "É necessário manter abaixo esse nível de gás para se poder viver de forma sadia. O gás provoca o aquecimento global, sendo gerado por meio da queima do carvão. É preciso, urgentemente, substituí-lo por outras formas de energias”, explicou.

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Edição 47