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A maternidade reverenciada na poesia


Leia o artigo de João Carlos José Martinelli
    No segundo domingo de maio, é dia de reverenciarmos a figura materna, símbolo maior da criação perpetuada na vida recriada, gerando laços de respeito, reconhecimento, afetividade e amor. Momento de manifestarmos toda nossa gratidão a quem se fez exemplo de renúncia, de amparo, de luta, de fibra e de imensa capacidade de doação.

     Assim, queremos homenageá-la com os versos de Coelho Neto: “Ser mãe é desdobrar fibra por fibra o coração!/ Ser mãe é andar chorando num sorriso!/ Ser mãe é ter um mundo e não ter nada!/ Ser mãe é padecer num paraíso!” e de Olavo Bilac: “Jorra de teu olhar um rio luminoso,/ pois para batizar essas almas em flor,/ deixas cascatear desse olhar carinhoso,/ todo o Jordão do teu amor”.

    Também podemos trazer a belíssima página de Dom Ramon Angel, bispo de La Serena, traduzida por Guilherme de Almeida: “Uma simples mulher existe/ que pela imensidão de seu amor/ tem um pouco de Deus/ e pela consistência de sua dedicação/ tem muito de anjo”. E prossegue: “Uma simples mulher existe que, sendo forte, estremece ao choro da criança, e, sendo fraca, se alteia com a bravura do leão; viva, não lhe sabemos dar valor porque à sua sombra todas as dores se apagam, e, morta, tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios...”.

    Cabe ainda o que diz Ghiaroni: “Enquanto houver / uma mãe cantando/ junto a um bercinho,/ por certo haverá esperança/ para o mundo”. Valem igualmente os versos de David Nasser: “Ela é a dona de tudo/ Ela é a rainha do lar/ Ela vale mais para mim/ Que o céu, que a terra, que o mar/ Eu cresci, o caminho perdi/ Volto a ti e me sinto criança/ Se eu pudesse eu queria outra vez, mamãe/ Começar tudo, tudo, de novo.”.

    Reverenciamos com a trova de Barreto Coutinho: “Eu vi minha mãe rezando/ aos pés da Virgem Maria/ Era uma santa escutando / o que a outra Santa dizia”. E da cronista campineira Anita Damasceno Pettená: “Mãe, em teu seio me abrigo/ E sou poeta e sou criança / E durmo e sonho contigo / E nunca perco a esperança”.

    E invocamos Carlos Drummond de Andrade: “Mãe não morre nunca,/ mãe ficará sempre/ junto do seu filho/ e ele, velho embora, / com a mãe ao lado, / será pequenino/ feito um grão de milho.”

    A seguir, outras indicações de poetas e escritores sobre a relevância da maternidade, algumas delas selecionadas pelo jornalista Jaime Martins: “O mais generoso de todos os afetos que fazem palpitar/ o coração humano é o afeto de mãe e de pai,/porque tudo dão e pouco ou nada exigem” (Mantegazza). “A mãe é a mais bela obra de Deus!” (Almeida Garret). “Mães, sois vós que tendes nas mãos/a salvação do mundo” (Leon Tolstoi).”Amor de mãe, quem tiver,/deve guardá-lo no peito;/que não há amor de mulher/que seja amor tão perfeito” (Júlio Brandão).

    “Feliz o bom filho que pode contente/ na casa materna, de noite e de dia,/ sentir as carícias do anjo de amores/ da estrela brilhante que a vida nos guia!” (Casimiro de Abreu). “Pensamento de mãe é como incenso/ que os anjos do senhor beijam passando” (Álvares de Azevedo). “Pode secar-se num coração de mulher a seiva/ se todos os amores; nunca se extinguirá a/ seiva do amor materno” (Júlio Dantas).

    “Ser avó significa chegar à terceira edição,/ revista e corrigida, da própria autobiografia” (A Bucci). “Não há palavras nem pincel que interpretem/o amor nem a dor dos pais” (Alemán). “A língua é minha Pátria/ e eu não tenho Pátria, tenho Mátria! E que Frátria” (Caetano Veloso). “Mãe não morre nunca,/ mãe ficará sempre/ junto do seu filho/ e ele, velho embora, / com a mãe ao lado, / será pequenino/ feito um grão de milho.” (Carlos Drummond de Andrade).

    Apesar de marcada pelo consumismo o Dia das Mães revela uma celebração da vida, pois a maternidade é sua geradora e sua defensora, desde a concepção, até seu fim natural. Sua expressão não se enfraquece com barreiras colocadas pela distância física, pela identificação genética ou pelos padrões de normalidade estabelecidos pela sociedade, pois não há obstáculos intransponíveis para a capacidade de demonstrar carinho e dedicação total aos filhos.                        

João Carlos José Martinelli é advogado, jornalista, escritor e professor da Faculdade de Direito do Centro Universitário Padre Anchieta de Jundiaí. Presidente da Academia Jundiaiense de Letras.

Fonte: http://solpaz.blogs.sapo.pt/

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Edição 47