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Dia Internacional do Cooperativismo incentiva o Dia de Cooperar (Dia C) em todo o Brasil


    Rio de Janeiro, DiaCNotícias - Hoje foi um sábado de muita diversão e conscientização para a comunidade tijucana. O Dia de Cooperar levou à praça Afonso Pena, serviços gratuitos em diversas áreas de atuação, como saúde, emissão de documentos, orientação jurídica e financeira e recreação infantil. Os visitantes também puderam conhecer mais sobre a atuação do cooperativismo e voluntariado no estado. "Foi um dia muito agradável. Cheguei aqui pela manhã e já fiz shiatsu e reflexologia nos pés. Vou cortar o cabelo e depois aproveitar um pouquinho o show de forró", disse Maria Nazaré Alvarenga, de 50 anos.




Dia de Cooperar
    Inicialmente denominada como “Dia da Cooperação” e, posteriormente, chamada de “Dia do Cooperativismo”, atualmente a data é conhecida como “Dia Internacional do Cooperativismo".

    Embora a data oficial tenha sido criada em 1994, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) celebrou pela primeira vez o Dia Internacional em 1923, instituindo a data com o objetivo de comemorar, no primeiro sábado de julho de cada ano, a confraternização de todos os povos ligados ao cooperativismo. Este ano, a data é comemorada no dia 2 de julho.

    No Brasil, por volta de 1610, começou a construção de um estado cooperativo, através das mãos dos jesuítas. Por mais de 150 anos, esse modelo deu exemplo de sociedade solidária, fundamentada no trabalho coletivo, onde o bem-estar do indivíduo e da família se sobrepunha ao interesse econômico da produção. Entretanto, foi apenas em 1847 que o movimento cooperativista surgiu  no Brasil, nos sertões do Paraná, seguindo modelos europeus. As cooperativas de crédito, esfaceladas desde meados dos anos 60 e durante a década de 70, buscaram novamente seu espaço. Em 1902, no Rio Grande do Sul, um padre jesuíta implantou um modelo de cooperativismo baseado em experiências alemãs junto a pequenas comunidades rurais e vilas. No final dos anos 20, um segundo modelo de cooperativa de crédito chegava ao Brasil.

    No final da década de 50, um terceiro – e último – modelo de cooperativa chegou ao país, através de Maria Thereza Rosália Teixeira Mendes, a Terezita, como era conhecida. Ela foi a responsável pela organização e a constituição de dezenas de cooperativas de crédito mútuo em todo Brasil. Atualmente, existem cerca de 5.700 cooperativas e 6 milhões de cooperados. A partir dessas cooperativas surgiram mais de 168 mil empregos diretos, distribuídos entre agropecuária, saúde, trabalho, educação, habitação, crédito, consumo, serviços, eletrificação e telecomunicação. O modelo do cooperativismo de crédito soma mais de 1.000 cooperativas e mais de 1 milhão de associados.


Destaques
    As cooperativas japonesas geram emprego para 5,4 milhões de pessoas, quase o dobro do total de cidadãos desempregados.

    No Quênia, o tipo de crédito mais oferecido pelas cooperativas de poupança e crédito destina-se ao pagamento de mensalidades escolares, permitindo aos membros educar os seus filhos.

    Desde 2003, o projeto “Coop Italia” recuperou bens ainda no prazo de validade, não vendidos, doando-os a organizações caritativas e pessoas necessitadas. Através do programa “Coop Italia”, o desperdício alimentar foi reduzido em 3544 toneladas métricas e permitiu apoiar cerca de 150 mil pessoas necessitadas.

    Na Argentina, a Cooperativa Agropecuária e Artesanal União Quebrada e Valles Lda (Cauqueva) ajuda os agricultores a cultivar, processar e comercializar batata indígena, gere um museu e um restaurante visando promover os modos de vida tradicionais.



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Edição 47