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“Embaixadores de Cristo”: a maturidade dos cristãos leigos a serviço da Igreja


Leia o artigo de Dom Severino Clasen:
    Entramos no mês dedicado a Bíblia. A Sagra Escritura, que todos os dias devemos ler e meditar, nos conduz no caminho da perfeição. Deixar Deus falar através da Bíblia é silenciar diante de si mesmo. Independente da nossa escolha de vida, profissão, como cristãos somos chamados a seguir a vontade de Deus, revelada em Jesus Cristo através da Sagrada Escritura. Eis a razão porque somos dignos de ser chamados de cristãos.

   Os cristãos leigos e leigas são “embaixadores de Cristo”. Têm cidadania própria no povo de Deus; são participantes do “pleno direito na missão da Igreja”. Têm um lugar insubstituível no anúncio e serviço do Evangelho. (Doc. CNBB 105, n.128).

    A Igreja como mãe, quer ver seus filhos crescendo em maturidade de fé, assim como a mãe sente alegria em ver seus filhos crescendo na vida com sucesso e equilíbrio. Por isso, a Igreja, através do magistério, apresenta caminhos sólidos para que os cristãos, vivendo os conselhos evangélicos, busquem a perfeição e a sensibilidade fraterna como irmãos. Na família se costuma distribuir os serviços para que a ordem da casa seja estabelecida e funcione o clima familiar.

    A Congregação da Doutrina da Fé recorda: “A Igreja é um corpo diferenciado onde cada um tem sua função. As tarefas são distintas e não deverão confundir-se. Não dão justificação à superioridade de uns sobre os outros, não são pretextos para invejas. Os maiores no Reino dos céus não são os ministros, são os santos”. ( n.129).

    É na família que aprendemos a viver e conviver, respeitando os limites e assumindo as tarefas importantes para o bem comum. Na sociedade, como cristãos, a grande família, toda a pessoa tem sua missão de colaborar na construção de uma sociedade justa e madura. Exige um aprendizado constante de todas as pessoas com liberdade e autonomia.

    Para uma adequada formação de verdadeiros sujeitos é necessário que liberdade e autonomia se desenvolvam não no fechamento ou na indiferença, mas na abertura solidária aos outros e às suas realidades. A abertura ao outro não é opcional, mas condição necessária para a realização do ser humano. O Papa Francisco alertou para o perigo da tristeza individualista, que brota de corações mesquinhos e da “consciência isolada”. (n. 130).

    O exercício diário dos cristão é a alteridade, que ensina a respeitar os semelhantes, formando um ambiente saudável na convivência comunitária. Se a sociedade injeta comportamentos individualistas, a Igreja aponta caminhos de superação para como sujeitos, autônomos, todo cristão busque na comunidade a “verdade que liberta”.

    A vivência comunitária favorece o amadurecimento cristão, que acontece numa dinâmica que exige o equilíbrio entre o eu e o outro, sem isolamentos nos dons e funções individuais e sem aniquilamento da individualidade em função da comunidade. A imagem do corpo, utilizada pelo Apóstolo Paulo para falar da Igreja, expressa a organicidade da comunidade, que deve integrar em seu conjunto as autonomias individuais (1Cor 12-15). (n. 131).

    A decisão madura e consciente contribui decididamente na edificação de uma Igreja santa e evangélica como uma sociedade madura e fraterna.

    O cristão, sujeito na Igreja e no mundo, é discípulo missionário, seguidor e testemunha de Jesus Cristo. É o cristão maduro na fé, que experimentou o encontro pessoal com Jesus Cristo e se dispôs a segui-lo com todas as consequências dessa escolha. É o cristão que adere ao projeto do Mestre e busca identificar-se sempre mais com Ele, com seu ser e agir. É o cristão que se coloca o mundo como lugar do Reino de Deus, já iniciado, até a sua consumação definitiva. (n. 132).

    Que no mês da Bíblia aprendamos a corrigir os equívocos, nos fortalecer na fé e na ternura da acolhida fraterna perceber os sinais do Reino de Deus.

+ Dom Severino Clasen
Bispo de Caçador (SC)

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Edição 47