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Homenagem aos eternos campeões da Chapecoense


    Na noite de quarta-feira, 30 de novembro, no horário marcado para o jogo de ida entre Chapecoense e Atlético Nacional pela final da Copa Sul-Americana, o time colombiano ofereceu ao brasileiro uma homenagem à altura das 71 vítimas fatais, dos 6 sobreviventes e de todos aqueles que, familiares, amigos ou “apenas” seres humanos solidários, também foram vítimas da tragédia.


    Vestindo branco e segurando velas e lanternas de celulares, 52 mil torcedores do Atlético Nacional lotaram o estádio Atanasio Girardot, de Medellín, transformados com sentida sinceridade em autênticos torcedores da Chapecoense – equipe com a qual compartilham até as cores verde e branca. Da chuva de flores lançada pelos torcedores ao gramado até o arrepiante canto “Vamo, vamo, Chape“, que ressoava com sotaque castelhano e com força nas arquibancadas, o evento foi um gesto de humanidade e fraternidade capaz de provar que o jogo bonito quer continuar.

    A cerimônia começou com 71 pombas brancas sendo soltas no céu da cidade e prosseguiu com um minuto de silêncio em memória dos falecidos, justamente às 21h45, horário em que começaria a partida. Fora do estádio, enquanto o elenco do Atlético Nacional subia ao gramado em silêncio e vestido de preto, as ruas cada vez mais lotadas completavam uma homenagem cujas proporções impressionaram, surpreenderam e fizeram chorar não só de emoção e tristeza, mas de gratidão e esperança.

    A Orquestra Sinfônica de Medellín tocou o hino da Colômbia e o do Brasil, muito aplaudido pelos nossos vizinhos irmãos. Entre faixas proclamando que “O futebol não tem fronteiras” e que “Nasce uma nova família”, o discurso de José Serra, ministro de Relações Exteriores do Brasil e representante do país na cerimônia, retribuiu ao enorme abraço colombiano com palavras inspiradas, que fizeram o estádio chorar e aplaudir frequentemente:


“Obrigado, Colômbia. De coração, muito obrigado. Neste momento de muita dor para todos nós, as expressões de solidariedade que aqui encontramos, como a solidariedade de cada um de vocês, colombianos e torcedores, nos oferecem um consolo imenso. Uma luz quando todos estamos tentando entender o incompreensível. Os brasileiros jamais esquecerão como os colombianos sentiram como seu próprio o terrível desastre que interrompeu o sonho desse heroico time da Chapecoense, uma espécie de conto de fadas com final trágico. Assim como não esqueceremos a atitude do Atlético Nacional e de todos os torcedores que pediram que o título da Copa Sul-Americana fosse para a Chapecoense. Um gesto que honra o esporte de toda a Colômbia e honra essa querida Medellín, e que torna ainda maior o Atlético de Medellín. Depois do ocorrido, o Brasil viu uma dura realidade de uma festa que não existiu, em um jogo histórico que não foi realizado. Que as cores da Chapecoense e do Atlético, o verde e o branco, sejam da esperança e da paz“. Ao final do discurso, feito com voz embargada e várias vezes interrompido pelo choro, o ministro foi ovacionado pelos colombianos.

    Quem também fez um discurso emocionante e muito aplaudido foi o técnico do Atlético Nacional, Reinaldo Rueda. Ele citou com admiração jogadores históricos do futebol brasileiro e, sem precisar ler em nenhum momento, nomeou um a um todos os jogadores da Chapecoense.

“Obrigado ao Brasil, obrigado ao futebol brasileiro por tudo o que ensinou. Todos crescemos durante muitos anos vendo essa seleção no Mundial. Sempre fomos torcedores do Brasil, deste futebol brasileiro, deste futebol que gostamos, deste futebol que faz a Chapecoense, que faz o Atlético Nacional, do qual nos nutrimos e aprendemos. Assim como admiramos o futebol brasileiro, essa Chapecoense sempre estará em nossos corações“.

    Perto do final das homenagens, crianças vestindo o uniforme da Chapecoense soltaram balões brancos enquanto era anunciado ao microfone o nome de cada uma das vítimas fatais do acidente.

    Em seguida, acompanhados pela leitura da mensagem de solidariedade e condolências enviada pelo Papa Francisco, helicópteros que tinham participado do resgate dos sobreviventes lançaram pétalas de flores sobre o gramado do Atanasio Girardot, agora uma segunda casa da Chapecoense.

    Nos arredores do estádio, a torcida ainda depositava flores e velas, cuidando até de reacender as que se apagavam. Cerca de 40 mil tinham conseguido entrar na arena. Outros cerca de 110 mil se uniram à homenagem do lado de fora.

    Ao mesmo tempo, em Chapecó, os torcedores locais da Chapecoense também lotaram arquibancadas, gramado e arredores da Arena Condá para uma celebração religiosa ecumênica pelos falecidos e sobreviventes, igualmente emocionante e entremeada de aplausos, cânticos e muitas lágrimas.

    Na noite triste e bela em que Chapecó e Medellín se tornaram a mesma cidade, o Brasil e a Colômbia se descobriram mais irmãos do que nunca e o esporte mundial reforçou com espontaneidade a sua verdadeira razão de existir.

    Que o jogo bonito prossiga!
    Gracias, Colombia! #ForçaChape
Fonte: http://pt.aleteia.org/

Veja, abaixo, a relação dos jogadores da Chapecoense que estavam a bordo do avião da LaMia:
Alan Luciano Ruschel (lateral): primeiro a ser resgatado, o atleta foi levado para o Hospital de La Ceral; de acordo com o Bom Dia Brasil, o jogador chegou em estado de choque e perguntando pela família. Ruschel teve múltiplas fraturas nos braços e nas pernas e também uma lesão na coluna (região lombar). Trabalha-se com a possibilidade de que a medula tenha sido atingida. Ele passou por cirurgia

Ananias Eloi Castro Monteiro, o Ananias (meia): o jogador de 27 anos teve passagens pelo Bahia, Portuguesa, Cruzeiro, Palmeiras e Sport.

Arthur Brasialiano Maia (meia): o alagoano Arthur Brasiliano Maia, de 24 anos, era jogador do Vitória emprestado à Chapecoense.

Bruno Rangel Domingues (atacante): nascido em Campos dos Goytacazes (RJ), Bruno Rangel Domingues, de 34 anos, passou por times como Paysandu e Joinville antes da Chapecoense. Maior artilheiro da história da Chapecoense, com 77 gols.

Aílton Cesar Junior Alves da Silva, o Canela (atacante): o jogador Ailton Cesar Junior Alves da Silva, o Canela, de 22 anos, nasceu em Matão (SP). Antes da Chapecoense, passou pelo Botafogo de Ribeirão Preto

Cleber Santana Loureiro (meia): o capitão do time tem 36 anos iniciou a carreira no Sport (PE) e passou por Vitória, Santos, São Paulo, Atlético Paranaense, Avaí, Flamengo, Criciúma, o japonês Kashiwa Reysol, e os espanhóis Atlético de Madrid e Mallorca. Nascido em Abreu e Lima, deixa dois filhos, um de 14, outro de 11 anos.

Marcos Danilo Padilha (goleiro): o jogador de 31 anos foi resgatado com vida e levado ao hospital San Vicente Fundación. A Cruz Vermelha informou que Marcos Danilo não resistiu aos ferimentos.

Dener Assunção Braz (lateral): jogador nascido em Bagé (RS), de 25 anos, passou por clubes como Grêmio e Veranópolis

Filipe José Machado (zagueiro): o atleta de 32 anos teve passagens por Internacional, Fluminense e clubes do exterior

Jakson Ragnar Follmann (goleiro): foi resgatado com vida e levado ao hospital San Vicente Fundación. De acordo com o Bom Dia Brasil, o goleiro reserva teve uma perna amputada

José Paiva, o Gil (volante): o jogador de 29 anos passou por clubes como Coritiba, Santo André, Vitória, Ponte Preta, Santa Cruz e Mogi Mirim

Guilherme Gimenez de Souza, o Gimenez (lateral e volante): antes da Chapecoense, passou por Goiás e Botafogo de Ribeirão Preto, onde nasceu. Tinha 21 anos e deixa mulher e uma filha de dois anos.

Everton Kempes dos Santos Gonçalves (atacante): o jogador de 31 anos nasceu em de Carpina, na Mata Norte de Pernambuco, tem passagem pela Portuguesa, pelo Vitória, Ceará, América Mineiro, e pelos japoneses Cerezo Osaka e JEF United Ichihara Chiba.

Lucas Gomes da Silva (atacante): o jogador de 26 anos nasceu em Bragança, nordeste do Pará. Foi revelado pelo Bragantino, passou por São Raimundo-PA, Trem-AP, Castanhal-PA, Ananindeua-PA, Londrina, Sampaio Corrêa, Tuna Luso, Icasa e Fluminense.

Matheus Bitencourt da Silva, o Matheus Biteco (volante): o porto-alegrense de 21 anos era o caçula dos "irmãos Biteco" – o mais velho, Guilherme Biteco, é meia-atacante que atualmente está no Ceará. Matheus começou no Grêmio e jogou nas categorias de base da seleção brasileira.

Hélio Hermito Zampier Neto, o Neto (zagueiro): foi resgatado com vida e levado ao hospital.

Sérgio Manoel Barbosa Santos (volante): o jogador de27 anoshavia chegado neste ano à Chapecoense.

William Thiego de Jesus, o Thiego (zagueiro): nascido em Aracaju, tinha 30 anos e despontou no Grêmio.

Foram resgatados com vida os seguintes passageiros:
– Alan Luciano Ruschel (lateral da Chapecoense);
– Jackson Ragnar Follmann (goleiro da Chapecoese);
– Hélio Hermito Zampier, o Neto (zagueiro da Chapecoense);
– Rafael Henzel (jornalista brasileiro da Oeste Capital, de Chapecó);
– Ximena Suarez (auxiliar de voo);
– e Erwin Tumiri (técnico da aeronave).

    O goleiro Marcos Danilo Padilha, que havia sido resgatado com vida, morreu no hospital, informou a Cruz Vermelha.


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Edição 47