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Líder rural Kátia Martins é assassinada com cinco tiros em emboscada no Pará



Kátia Martins, a líder assassinada
Foto: reprodução Facebook

    Belém - Por Fátima Gonçalves/CUT-PA - A trabalhadora e líder rural Kátia Martins, de 43 anos, foi assassinada com cinco tiros numa emboscada ocorrida na noite de quinta-feira, 4 de maio, em sua própria casa, localizada no assentamento “1º de Janeiro”, quase na divisa dos municípios de Castanhal e São Domingos do Capim, no nordeste paraense, a 130 quilômetros de Belém.

    Kátia era presidente da Associação de Agricultores Familiares do assentamento e foi assassinada por volta das 20 horas na frente do neto de apenas oito anos. Segundo Pablo Esquerdo, do Sindicato dos Assalariados Rurais de Castanhal, o crime tem todas as características de uma execução. Os dois covardes assassinos surgiram de moto no momento em que ela chegava em casa após uma reunião. De acordo com testemunhas, Kátia chegou a correr e pediu que o neto fosse poupado.

Kátia Martins, 43 anos, antes de morrer pediu aos assassinos que não molestassem seu neto (Foto: Divulgação/PM)



    O assentamento “1º de Janeiro” está localizado no quilômetro 20 da PA-127, onde, há cinco anos, vivem 94 famílias. E Kátia sempre se destacou como liderança na área. Pablo Esquerdo observou que o local é uma área de conflito e que Kátia Martins já tinha sofrido ameaças. “Existem grupos rivais da associação que queriam a terra para vender”, disse.

    Kátia lutava para garantir uma vida de qualidade para as famílias assentadas. Pela manhã, inclusive, ela tinha participado de uma reunião para conseguir alguns projetos para o assentamento através do Banco da Amazônia (Basa). O corpo dela vai ser velado por poucas horas no assentamento e depois segue para ser sepultado em Capanema, município também do nordeste paraense, onde moram seus familiares.

    A morte de Kátia Martins é mais uma a engrossar a triste estatística de mortes por conflitos agrários no Pará. A violência vem recrudescendo nos últimos anos no Estado. Segundo dados da Comissão Pastoral da Terra, em 2014 ocorreram 36 mortes, subindo para 50 em 2015, enquanto que no ano passado foram registradas 61 mortes.


Destaques
    Kátia de Sousa Martins, de 43 anos, foi morta a tiros. A vítima que, segundo a polícia, seria líder comunitária, estava dentro de sua residência quando foi executada. O crime aconteceu na noite de quinta-feira (4), por volta das 20h, no Assentamento 1º de Janeiro, zona rural da cidade de Castanhal, região do nordeste paraense.

    De acordo com informações colhidas pela equipe de policiais civis do delegado Patrício Pontes, o crime foi cometido por 2 homens ainda não identificados. Um dos criminosos entrou pela porta da frente e outro pelos fundos. Antes de ser morta, a líder comunitária pediu para que os assassinos não fizessem nada com seu neto, de apenas 6 anos. Em seguida, de acordo com o que consta no Boletim de Ocorrência (B.O.), a dupla atirou contra Kátia, que morreu sentada no sofá.

    Os tiros atingiram o braço direito e a cabeça da vítima. A dupla, de capacete e com roupas escuras, fugiu em uma motocicleta. Policiais militares da Agrovila Castelo Branco foram acionados, realizaram buscas, mas nenhum suspeito foi encontrado às proximidades do Assentamento 1º de Janeiro.

    Peritos do Instituto Médico Legal (IML) também foram acionados e removeram o corpo que passou por exame de necropsia no IML. No Instituto Médico Legal, um primo de Kátia, que preferiu não se identificar, disse ao DIÁRIO que o velório aconteceria na casa de familiares, em Capanema, mais precisamente na comunidade do Muruteua, no KM 47 da rodovia Pará/Maranhão. O sepultamento ficou de acontecer às 9h de hoje no cemitério da mesma comunidade.

    O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil do centro de Castanhal, onde familiares disseram que Kátia de Sousa Martins vinha recebendo ameaças de morte. “Não posso dar mais informações, para não atrapalhar as investigações, que serão repassadas à Divisão de Homicídios”, disse o delegado Patrício Pontes.

(Tiago Silva/Diário do Pará)

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Edição 47