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Não é possível entender a Igreja sem a unidade



    No dia 2 de dezembro, sábado, os fiéis da Arquidiocese do Rio de Janeiro estiveram reunidos na Catedral de São Sebastião para celebrar mais uma Festa da Unidade. O tema escolhido para esta 5ª edição do evento foi “Vós sois o sal da terra, vós sois a luz do mundo” (Mt 5, 13-16).
    As atrações deste ano incluiram apresentações musicais da cantora Olívia Ferreira e de Jadir Barcelos e banda. O apresentador da Rádio Catedral FM, Silvio Júnior, foi o animador, e também houve um concerto musical da Oficina Viva. A missa O Rio Celebra foi às 9 horas, presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta,  e transmitida pela Rádio Catedral FM e pela Rede Vida de Televisão. Em seguida, houve adoração ao Santíssimo Sacramento.

Celebrar juntos
    A Festa da Unidade surgiu do lema episcopal de Dom Orani, “Que todos sejam um”, e tem como objetivo celebrar a unidade com toda a arquidiocese. A maior parte das atividades propostas pelo cardeal tem como objetivo a atuação conjunta por meio de rede para o fortalecimento das atividades.

    Para o vigário episcopal para a Comunicação Social e Cultura da arquidiocese, cônego Marcos William Bernardo, a proposta do cardeal é fundamental, pois não é possível entender a Igreja sem a unidade.

    “Dentro do universo católico, existe a universalidade, ou seja, todos compartilham dos mesmos princípios. Mas para existir essa universalidade é preciso que, antes, exista a unidade entre os cristãos. Estamos todos unidos e reunidos por causa de Cristo. Uma Festa da Unidade numa arquidiocese significa que todos os que vivem nesse território têm a mesma fé e seguem as orientações pastorais dadas pelo pastor – no nosso caso, Dom Orani. Portanto, celebrar a Festa da Unidade é celebrar novamente nossa vocação advinda do Batismo. Somos um com Cristo e um corpo de membros diferentes que compõem esse ‘edifício’ que é a Igreja. Celebrar essa festa é celebrar a vitalidade da Igreja”, afirmou.

    Segundo o coordenador arquidiocesano de pastoral e pároco da Catedral Metropolitana, cônego Claudio dos Santos, a festa depende do trabalho de muitas pessoas e grupos que trabalham juntos para que ela aconteça.

    Além da coordenação de pastoral, que organiza, e dos apoiadores, há também um projeto de marketing para a divulgação, e todos os vicariatos se envolvem na preparação da festa.

    “O que vemos na preparação é realmente a vivência deste espírito de unidade e comunhão que Dom Orani nos propõe. E percebemos que a vida de comunhão colabora ainda mais para a paz nos corações. Esta é uma ocasião que nos permite sentirmos mais próximos do nosso pastor, dos padres, e viver um momento de alegria. Portanto, o nosso desejo é de que seja um momento de experimentar a unidade e levá-la às nossas comunidades”, afirmou.

Gesto concreto
    Todos os anos, o evento conta com um gesto concreto. Dessa vez, a proposta é que quem for participar leve um livro para ser doado a menores privados de liberdade. Podem ser livros de todos os gêneros, mas segundo o assistente eclesiástico adjunto da Pastoral do Menor, padre Gilvan André da Silva, a preferência dos jovens é pelos livros religiosos ou de literatura infantil.

    Segundo ele, o gesto é importante porque apenas duas unidades do Departamento Geral de Ações Sócio-Educativas (Degase) contam com bibliotecas e mesmo assim, por condições ruins de segurança, os jovens muitas vezes não conseguem ter acesso a elas.

    “Nós reconhecemos a importância da leitura para todos, especialmente para os jovens privados de liberdade, uma vez que eles não têm tanto acesso a bibliotecas e à educação de forma completa. Esses livros farão com que eles ocupem suas mentes com uma boa leitura. Na Festa da Unidade, temos a oportunidade de selar nossa unidade também com aqueles que não podem estar conosco na Eucaristia. A Igreja vai até esses menores e pessoas privadas de liberdade também através desse gesto”, explicou o sacerdote.

Vicariatos
    Todos os anos, é pedido que os fieis usem as cores de seus vicariatos que são, respectivamente: Urbano, branco; Norte, verde; Santa Cruz, azul escuro; Sul, azul claro; Suburbano, cinza; Oeste, vermelho; Leopoldina, amarelo; Jacarepaguá, laranja.

Fonte: www.arqrio.org

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Edição 47